Ele foi PEGO ou PEGADO em flagrante?
Existem alguns verbos que nos deixam de cabelo em pé: GANHO ou GANHADO, GASTO ou GASTADO, PAGO ou PAGADO, PEGO ou PEGADO.
Alguns gramáticos defendem o uso exclusivo da formas clássicas: GANHADO, GASTADO, PAGADO e PEGADO.
Outros preferem o uso exclusivo daquelas formas que o brasileiro consagrou: GANHO, GASTO, PAGO e PEGO.
Há ainda os moderados. São aqueles que aceitam as duas formas de acordo com a regra dos particípios abundantes:
1. Após os verbos TER ou HAVER, devemos usar a forma clássica: tinha aceitado, havia suspendido, tinha ganhado, havia gastado, tinha pagado;
2. Após os verbos SER ou ESTAR, usamos a forma irregular: foi aceito, estava suspenso, fora ganho, era gasto, será pago.
O mestre Celso Cunha defende o uso de ganho, gasto e pago após qualquer verbo auxiliar: ser ou ter ganho, ser ou ter gasto. Assim sendo, “a conta foi paga”, mas “ele tinha pago ou pagado a conta”.
Concordo com o professor Celso Cunha. Não podemos jogar no lixo as formas clássicas nem ignorar as novidades lingüísticas. Incluo ainda o verbo PEGAR. A forma PEGADO estará sempre correta, mas a forma PEGO está consagradíssima: “Ele tinha PEGADO os documentos” e “Ele foi PEGO em flagrante”.
Inaceitáveis ainda são as tais histórias de “ele tinha chego” e “ele tinha trago”. Nesse caso, no padrão culto da língua portuguesa, as formas clássicas estão preservadas: “ele tinha chegado” e “ele tinha trazido”
Para todos?
Educação para todos é não precisar incluir; pressupõe-se que não haja excluídos.
Se é preciso incluir é porque não é para todos.
Se é preciso incluir é porque não é para todos.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Apaes protestam contra inclusão de alunos com necessidades especiais 01-Out-2009
H NEWS
Contra o Parecer nº 13/2009 da Câmara de Educação Básica do Ministério da Educação, as entidades organizam uma mobilização
A polêmica de inclusão social para alunos com deficiência chegou ao fim. O ministro da Educação, Fernando Haddad,homologou, na última semana, o parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE). O documento prevê diretrizes no atendimento a alunos com deficiência nas redes públicas de ensino, que vigora a partir do ano que vem. De acordo com a legislação, eles poderão ser matriculados na escola regular e receber atendimento especializado no contraturno, feito pela própria escola ou por uma entidade privada parceira do município ou do Estado.
A decisão é analisada pela Federação Nacional das Apaes (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) - instituição que reúne o maior movimento do mundo. Só no Brasil, são 2,5 mil Apaes. Contra o Parecer nº 13/2009 da Câmara de Educação Básica do Ministério da Educação, as entidades organizam uma mobilização. Uma marcha deve fazer pressão defronte ao Ministério da Educação (MEC) em Brasília. Nem os abaixo-assinados coletado pelos dirigentes das escolas especiais sensibilizou o ministro. Em Maringá, pais de alunos da entidade coletaram mais de 150 mil assinaturas. "Nós tentamos o diálogo e isso não foi possível. O governo não nos ouviu", afirma o vice-presidente da Apae, Fernando Meneguetti.
Diante da situação, as escolas de educação especial temem fechar as portas pelo fim do repasse. Para os especialistas, alunos excepcionais não ganham benefício com a determinação. O recomendável é manter a calma, segundo Meneguetti. "Os pais devem ficar tranquilos. A decisão está sendo analisada pela Federação. Além disso, a medida só acontece no ano que vem.
Até lá, vamos fazer muito barulho", Em Maringá, quatro instituições trabalham com portadores de deficiência: Apae, Associação Maringaense dos Autistas (AMA), Associação Norte Paranaense de Áudio-Comunicação Infantil (Anpacim) e Associação Norte Paranaense de Reabilitação (ANPR), que assiste mais de mil crianças excepcionais.
Despreparo
A Apae de Maringá tem um custo mensal de R$ 320 mil; cerca de 60% deste valor é mantido pela verba governamental. "Se o governo cortar o repasse ele está indiretamente fechando a escola", disse Meneguetti. Ações beneficentes cobrem parte dos custos: 40% da despesa ou R$ 128 mil por mês. Existe um convênio que deve ser liberado ainda este ano com o Sistema Único de Saúde (SUS) para cobrir os gastos com a equipe multidisciplinar. O prédio é da instituição.
Meneguetti, além de compor a liderança da entidade, é pai de aluno especial. Seu filho tem 24 anos e idade mental de sete. "Ele se vira bem, mas tem limitações. Não dá para estudar em escola normal". A falta de preparo dos alunos normais para receber o contingente das escolas especiais é grande preocupação de pais, voluntários e dirigentes de instituições. "Além da escola regular não ter estrutura adequada (não tem rampa de acesso, banheiro adequado), ela não tem pessoal capacitado para lidar com as necessidades especiais. Para lidar com eles, é preciso, antes de tudo, muito amor e carinho", comentou.
A mãe de um aluno com Síndrome de Down, Andréia das Neves Rosa, desabafa a preocupação com o preconceito dos alunos considerados normais: "Outro dia, na circular [ônibus coletivo], uma criança teve medo do meu filho, se afastou dele. Meu filho tem 10 anos. Isso me preocupou". Não é curso de qualificação que vai nortear a inclusão em uma escola especial. Envolvimento emocional é a receita de Iloé Pacheco, avô de uma criança especial, a pequena Carolina Pacheco Brum, de um ano e três meses. "Não tem cabimento uma medida como essa que mais parece exclusão do que O Educacionista http://www.educacionista.org.br/jornal Fornecido por Joomla! Produzido em: 6 October, 2009, 22:08 inclusão", acredita.
A indignação atinge outras instituições como a Associação Maringaense dos Autistas (AMA) que realiza 60 atendimentos diários. A capacidade é de 44 alunos matriculados. A associação está construindo uma nova sede, que amplia a capacidade de atendimento. Para se manter, a casa gasta aproximadamente R$ 50 mil, sendo R$ 4,2 mil de verba estadual e R$ 7,1mil da prefeitura. A entidade recebe o valor de R$ 2 mil uma vez por ano do governo federal.
Na estrutura, quatro voluntários aderem à causa. Para se ter uma ideia, a distribuição do efetivo deve acolher cinco alunos para cada professor e um atendente. Eles têm que ser supervisionados desde a alimentação às necessidades fisiológicas. O prejuízo com a medida é impraticável segundo a diretora, Marial Ilda Queiroz de Souza. "Nossos alunos são bastante comprometidos", afirmou.
Inclusão com responsabilidade
A Associação Norte Paranaense de Reabilitação (ANPR) não é contrária à inclusão social, desde que haja responsabilidade e estrutura. "Os alunos que tinham condições para serem inclusos já estão estudando em escolas normais, aqui só temos os que precisam", opinou a diretora Ednéia de Oliveira Demitto. A ANPR tem R$ 120 mil de despesa mensal; R$ 16 mil de recurso municipal e federal e R$ 10 mil do Estado. Promoções beneficentes dão conta de pagar o resto. A ANPR atende 198 alunos.
Na proposta de igualar as diferenças, os alunos especiais devem estudar em escola regular e no contraturno, nas entidades especializadas. O trabalho da Secretaria de Educação é capacitar os profissionais para realizar o trabalho. As escolas devem realizar um trabalho voltado para os alunos considerados normais para aceitar a inclusão com maior compreensão. "Acredito que não haverá prejuízo", afirmou a chefe do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Maringá, Adelaide Colombari.
O que despertou polêmica entre entidades que trabalham com alunos deficientes físicos ou mentais, organizações não governamentais e especialistas na área foi a obrigatoriedade da matrícula de todos os estudantes na rede a partir do ano que vem. Isto significa colocar, de uma vez, cerca de 350 mil crianças e adolescentes que estudam em escolas especiais nas classes comuns. O parecer estava sendo mais rigoroso do que a própria lei que ele deveria regulamentar.
A resolução
Em janeiro de 2008, a nova "Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva" da SEESP/MEC é publicada, passando a orientar os sistemas educacionais para a organização dos serviços e recursos da Educação Especial de forma complementar ao ensino regular, como oferta obrigatória e de responsabilidade dos sistemas de ensino. Essa Política resgata o sentido da Educação Especial expresso na Constituição Federal de 1988. A concepção nesta perspectiva da educação inclusiva visa atender alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
Contra o Parecer nº 13/2009 da Câmara de Educação Básica do Ministério da Educação, as entidades organizam uma mobilização
A polêmica de inclusão social para alunos com deficiência chegou ao fim. O ministro da Educação, Fernando Haddad,homologou, na última semana, o parecer do Conselho Nacional de Educação (CNE). O documento prevê diretrizes no atendimento a alunos com deficiência nas redes públicas de ensino, que vigora a partir do ano que vem. De acordo com a legislação, eles poderão ser matriculados na escola regular e receber atendimento especializado no contraturno, feito pela própria escola ou por uma entidade privada parceira do município ou do Estado.
A decisão é analisada pela Federação Nacional das Apaes (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) - instituição que reúne o maior movimento do mundo. Só no Brasil, são 2,5 mil Apaes. Contra o Parecer nº 13/2009 da Câmara de Educação Básica do Ministério da Educação, as entidades organizam uma mobilização. Uma marcha deve fazer pressão defronte ao Ministério da Educação (MEC) em Brasília. Nem os abaixo-assinados coletado pelos dirigentes das escolas especiais sensibilizou o ministro. Em Maringá, pais de alunos da entidade coletaram mais de 150 mil assinaturas. "Nós tentamos o diálogo e isso não foi possível. O governo não nos ouviu", afirma o vice-presidente da Apae, Fernando Meneguetti.
Diante da situação, as escolas de educação especial temem fechar as portas pelo fim do repasse. Para os especialistas, alunos excepcionais não ganham benefício com a determinação. O recomendável é manter a calma, segundo Meneguetti. "Os pais devem ficar tranquilos. A decisão está sendo analisada pela Federação. Além disso, a medida só acontece no ano que vem.
Até lá, vamos fazer muito barulho", Em Maringá, quatro instituições trabalham com portadores de deficiência: Apae, Associação Maringaense dos Autistas (AMA), Associação Norte Paranaense de Áudio-Comunicação Infantil (Anpacim) e Associação Norte Paranaense de Reabilitação (ANPR), que assiste mais de mil crianças excepcionais.
Despreparo
A Apae de Maringá tem um custo mensal de R$ 320 mil; cerca de 60% deste valor é mantido pela verba governamental. "Se o governo cortar o repasse ele está indiretamente fechando a escola", disse Meneguetti. Ações beneficentes cobrem parte dos custos: 40% da despesa ou R$ 128 mil por mês. Existe um convênio que deve ser liberado ainda este ano com o Sistema Único de Saúde (SUS) para cobrir os gastos com a equipe multidisciplinar. O prédio é da instituição.
Meneguetti, além de compor a liderança da entidade, é pai de aluno especial. Seu filho tem 24 anos e idade mental de sete. "Ele se vira bem, mas tem limitações. Não dá para estudar em escola normal". A falta de preparo dos alunos normais para receber o contingente das escolas especiais é grande preocupação de pais, voluntários e dirigentes de instituições. "Além da escola regular não ter estrutura adequada (não tem rampa de acesso, banheiro adequado), ela não tem pessoal capacitado para lidar com as necessidades especiais. Para lidar com eles, é preciso, antes de tudo, muito amor e carinho", comentou.
A mãe de um aluno com Síndrome de Down, Andréia das Neves Rosa, desabafa a preocupação com o preconceito dos alunos considerados normais: "Outro dia, na circular [ônibus coletivo], uma criança teve medo do meu filho, se afastou dele. Meu filho tem 10 anos. Isso me preocupou". Não é curso de qualificação que vai nortear a inclusão em uma escola especial. Envolvimento emocional é a receita de Iloé Pacheco, avô de uma criança especial, a pequena Carolina Pacheco Brum, de um ano e três meses. "Não tem cabimento uma medida como essa que mais parece exclusão do que O Educacionista http://www.educacionista.org.br/jornal Fornecido por Joomla! Produzido em: 6 October, 2009, 22:08 inclusão", acredita.
A indignação atinge outras instituições como a Associação Maringaense dos Autistas (AMA) que realiza 60 atendimentos diários. A capacidade é de 44 alunos matriculados. A associação está construindo uma nova sede, que amplia a capacidade de atendimento. Para se manter, a casa gasta aproximadamente R$ 50 mil, sendo R$ 4,2 mil de verba estadual e R$ 7,1mil da prefeitura. A entidade recebe o valor de R$ 2 mil uma vez por ano do governo federal.
Na estrutura, quatro voluntários aderem à causa. Para se ter uma ideia, a distribuição do efetivo deve acolher cinco alunos para cada professor e um atendente. Eles têm que ser supervisionados desde a alimentação às necessidades fisiológicas. O prejuízo com a medida é impraticável segundo a diretora, Marial Ilda Queiroz de Souza. "Nossos alunos são bastante comprometidos", afirmou.
Inclusão com responsabilidade
A Associação Norte Paranaense de Reabilitação (ANPR) não é contrária à inclusão social, desde que haja responsabilidade e estrutura. "Os alunos que tinham condições para serem inclusos já estão estudando em escolas normais, aqui só temos os que precisam", opinou a diretora Ednéia de Oliveira Demitto. A ANPR tem R$ 120 mil de despesa mensal; R$ 16 mil de recurso municipal e federal e R$ 10 mil do Estado. Promoções beneficentes dão conta de pagar o resto. A ANPR atende 198 alunos.
Na proposta de igualar as diferenças, os alunos especiais devem estudar em escola regular e no contraturno, nas entidades especializadas. O trabalho da Secretaria de Educação é capacitar os profissionais para realizar o trabalho. As escolas devem realizar um trabalho voltado para os alunos considerados normais para aceitar a inclusão com maior compreensão. "Acredito que não haverá prejuízo", afirmou a chefe do Núcleo Regional de Educação (NRE) de Maringá, Adelaide Colombari.
O que despertou polêmica entre entidades que trabalham com alunos deficientes físicos ou mentais, organizações não governamentais e especialistas na área foi a obrigatoriedade da matrícula de todos os estudantes na rede a partir do ano que vem. Isto significa colocar, de uma vez, cerca de 350 mil crianças e adolescentes que estudam em escolas especiais nas classes comuns. O parecer estava sendo mais rigoroso do que a própria lei que ele deveria regulamentar.
A resolução
Em janeiro de 2008, a nova "Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva" da SEESP/MEC é publicada, passando a orientar os sistemas educacionais para a organização dos serviços e recursos da Educação Especial de forma complementar ao ensino regular, como oferta obrigatória e de responsabilidade dos sistemas de ensino. Essa Política resgata o sentido da Educação Especial expresso na Constituição Federal de 1988. A concepção nesta perspectiva da educação inclusiva visa atender alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
CABRAL ENTREGA OS PONTOS: "EDUCAÇÃO DO ESTADO É UMA TRAGÉDIA”!
(Extra, 25/09) O governador Sérgio Cabral comentou o problema da falta de professores na rede estadual. Cabral reconhece que “a educação do estado é uma tragédia”. — O município do Rio, cuidou mais da educação do que o estado. O saldo deles é melhor. O estado está uma tragédia. O EXTRA mostrou, nessa segunda-feira, que a Secretaria estadual de Educação contratou 1.118 profissionais para suprir a carência de professores há três meses do fim do ano. Apenas em agosto, o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe) informou que, em média, 32 pessoas pediram demissão diariamente.
Fonte "ex blog do Cesar Maia"
Fonte "ex blog do Cesar Maia"
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Apoio olímpico constrangedor
A Folha de S.Paulo publicou, ontem, foto do alto comando da candidatura Rio-2016, na Dinamarca, liderada por Carlos Arthur Nuzman.
Ricardo Leyser Gonçalves, secretário nacional de Esporte, estava no grupo. Ele foi o homem forte do Ministério do Esporte no Pan-2007.
Porém, enquanto “reforça” a candidatura carioca lá fora, Ricardo explica-se no Tribunal de Contas de União (TCU) por gravíssimas irregularidades nos gastos pan-americanos, pelos quais ele era um dos responsáveis.
No total, o TCU mandou Ricardo Leyser devolver R$ 16,3 milhões aos cofres públicos ou apresentar justificativas em 15 dias, solidariamente com a empresa Fast Engenharia e Montagens S.A e Luiz Custódio de Freitas, fiscal do contrato.
É a segunda condenação de Leyser. A primeira foi em junho, num caso de superfaturamento de R$ 2,1 milhões na Vila Pan-americana.
Não é constrangedor uma candidatura olímpica, como a do Rio, contar com apoio de quem ainda tem sob suspeita a gestão das contas pan-americanas?
Irregularidades
Para que não fiquem dúvidas, o TCU determinou uma Tomada de Contas Especial, ou seja, um exame detalhadíssimo no processo. O caso é grave, mesmo.
Por exemplo:
Foram identificados indícios das seguintes irregularidades em apenas um processo do Pan-2007, que trata da infraestrutura temporária na Vila Pan-Americana.
a) serviços em quantitativos superiores aos medidos por equipe especializada e por auditores do TCU, com prejuízo de R$ 5.329.966,29 aos cofres da União;
b) pagamento de R$ 6.858.454,98 de serviços sem comprovação de execução;
c) pagamento em duplicidade de custos administrativos da contratada (a Fast Engenharia), no valor de R$ 4.163.562,36.
Verdades
O processo em questão foi aprovado no plenário do TCU em 17 de junho último.
Porém, só em 10 de setembro, quase três meses depois, é que saíram os comunicados aos envolvidos.
Aí os Correios estavam em greve. Quando tudo voltou ao normal, Ricardo Leyser Gonçalves já estava na Dinamarca.
Ele só receberá a intimação do TCU no seu retorno, na próxima semana. A partir daí, terá o prazo de 15 dias para se explicar. Mas, se faltarem provas que convençam os ministros do tribunal, terá que recolher os R$ 16 milhões.
Vejam bem: se o Pan-americano dá esta trabalheira, imagine se a Olimpíada vingar...
Ricardo Leyser Gonçalves, secretário nacional de Esporte, estava no grupo. Ele foi o homem forte do Ministério do Esporte no Pan-2007.
Porém, enquanto “reforça” a candidatura carioca lá fora, Ricardo explica-se no Tribunal de Contas de União (TCU) por gravíssimas irregularidades nos gastos pan-americanos, pelos quais ele era um dos responsáveis.
No total, o TCU mandou Ricardo Leyser devolver R$ 16,3 milhões aos cofres públicos ou apresentar justificativas em 15 dias, solidariamente com a empresa Fast Engenharia e Montagens S.A e Luiz Custódio de Freitas, fiscal do contrato.
É a segunda condenação de Leyser. A primeira foi em junho, num caso de superfaturamento de R$ 2,1 milhões na Vila Pan-americana.
Não é constrangedor uma candidatura olímpica, como a do Rio, contar com apoio de quem ainda tem sob suspeita a gestão das contas pan-americanas?
Irregularidades
Para que não fiquem dúvidas, o TCU determinou uma Tomada de Contas Especial, ou seja, um exame detalhadíssimo no processo. O caso é grave, mesmo.
Por exemplo:
Foram identificados indícios das seguintes irregularidades em apenas um processo do Pan-2007, que trata da infraestrutura temporária na Vila Pan-Americana.
a) serviços em quantitativos superiores aos medidos por equipe especializada e por auditores do TCU, com prejuízo de R$ 5.329.966,29 aos cofres da União;
b) pagamento de R$ 6.858.454,98 de serviços sem comprovação de execução;
c) pagamento em duplicidade de custos administrativos da contratada (a Fast Engenharia), no valor de R$ 4.163.562,36.
Verdades
O processo em questão foi aprovado no plenário do TCU em 17 de junho último.
Porém, só em 10 de setembro, quase três meses depois, é que saíram os comunicados aos envolvidos.
Aí os Correios estavam em greve. Quando tudo voltou ao normal, Ricardo Leyser Gonçalves já estava na Dinamarca.
Ele só receberá a intimação do TCU no seu retorno, na próxima semana. A partir daí, terá o prazo de 15 dias para se explicar. Mas, se faltarem provas que convençam os ministros do tribunal, terá que recolher os R$ 16 milhões.
Vejam bem: se o Pan-americano dá esta trabalheira, imagine se a Olimpíada vingar...
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Parecer que trata de aluno com deficiência
Ministro homologa parecer que trata de aluno com deficiência
Quarta-feira, 23 de setembro de 2009 - 15:09
O ministro da Educação, Fernando Haddad, homologou nesta quarta-feira, 23, o parecer nº 13/2009 do Conselho Nacional de Educação (CNE), que trata das diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado para os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação matriculados em classes regulares e no atendimento educacional especializado. A homologação ocorreu após ajustes no texto, para evitar interpretações equivocadas, como a de que o governo estaria proibindo o atendimento educacional especializado.
O parecer regulamenta o decreto nº 6.571/08, que dispõe sobre o apoio técnico e financeiro da União aos sistemas públicos de ensino nos estados, Distrito Federal e municípios para ampliar a oferta do atendimento educacional especializado. Esse tipo de atendimento se refere a atividades complementares à escolarização dos alunos público da educação especial, nas classes regulares.
De acordo com o texto, “para a implementação do decreto 6571/2008, os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação nas classes comuns do ensino regular e no atendimento educacional especializado, ofertado em salas de recursos ou instituições especializadas, públicas ou privadas sem fins lucrativos”.
Esse atendimento é realizado preferencialmente na escola regular, no entanto as instituições especializadas, públicas ou privadas sem fins lucrativos, que ofertarem o atendimento educacional especializado para alunos matriculados nas classes comuns do ensino regular também receberão recursos do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb). Está disposto no decreto que a matrícula de cada aluno com deficiência no ensino regular da rede pública e também no atendimento especializado deve ser contada em dobro, para que os recursos do Fundeb possam subsidiar as duas modalidades.
O objetivo é garantir recursos de acessibilidade, bem como estratégias de desenvolvimento da aprendizagem, previstos no projeto político-pedagó gico da escola. A ação vai ao encontro da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, que orienta os sistemas educacionais na organização e oferta de recursos e serviços da educação especial de forma complementar.
Assessoria de Comunicação Social
Quarta-feira, 23 de setembro de 2009 - 15:09
O ministro da Educação, Fernando Haddad, homologou nesta quarta-feira, 23, o parecer nº 13/2009 do Conselho Nacional de Educação (CNE), que trata das diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado para os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação matriculados em classes regulares e no atendimento educacional especializado. A homologação ocorreu após ajustes no texto, para evitar interpretações equivocadas, como a de que o governo estaria proibindo o atendimento educacional especializado.
O parecer regulamenta o decreto nº 6.571/08, que dispõe sobre o apoio técnico e financeiro da União aos sistemas públicos de ensino nos estados, Distrito Federal e municípios para ampliar a oferta do atendimento educacional especializado. Esse tipo de atendimento se refere a atividades complementares à escolarização dos alunos público da educação especial, nas classes regulares.
De acordo com o texto, “para a implementação do decreto 6571/2008, os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação nas classes comuns do ensino regular e no atendimento educacional especializado, ofertado em salas de recursos ou instituições especializadas, públicas ou privadas sem fins lucrativos”.
Esse atendimento é realizado preferencialmente na escola regular, no entanto as instituições especializadas, públicas ou privadas sem fins lucrativos, que ofertarem o atendimento educacional especializado para alunos matriculados nas classes comuns do ensino regular também receberão recursos do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb). Está disposto no decreto que a matrícula de cada aluno com deficiência no ensino regular da rede pública e também no atendimento especializado deve ser contada em dobro, para que os recursos do Fundeb possam subsidiar as duas modalidades.
O objetivo é garantir recursos de acessibilidade, bem como estratégias de desenvolvimento da aprendizagem, previstos no projeto político-pedagó gico da escola. A ação vai ao encontro da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, que orienta os sistemas educacionais na organização e oferta de recursos e serviços da educação especial de forma complementar.
Assessoria de Comunicação Social
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
A mente apaga registros duplicados
A mente apaga registros duplicados
Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)
O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio.... você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -.... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...
ROTINA
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Seja diferente.
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras... V-I-V-A. !!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes e em CorES
di fE rEn tEs !
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE...
V I V A !!!!!!!
Por Airton Luiz Mendonça
(Artigo do jornal O Estado de São Paulo)
O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos.
Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio.... você começará a perder a noção do tempo.
Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea.
Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol.
Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar:
Nosso cérebro é extremamente otimizado.
Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho.
Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia.
Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade.
Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.
É quando você se sente mais vivo.
Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas.
Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente.
Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo.
Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo.
Como acontece?
Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência).
Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.
Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida.
Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações, -.... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo.
Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década.
Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a...
ROTINA
A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.
Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).
Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.
Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.
Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).
Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.
Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo.
Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente.
Beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.
Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.
Seja diferente.
Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras... V-I-V-A. !!!
Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo.
E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o... do que a maioria dos livros da vida que existem por aí.
Cerque-se de amigos.
Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.
Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é?
Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
E S CR EVA em tAmaNhos diFeRenTes e em CorES
di fE rEn tEs !
CRIE, RECORTE, PINTE, RASGUE, MOLHE, DOBRE, PICOTE, INVENTE, REINVENTE...
V I V A !!!!!!!
Calendário escolar unificado
Aprovado o PL 297/09, sobre calendário escolar unificado ,na Câmara Municipal do Rio de Janeiro Na tarde desta terça-feira, 22 de setembro, o projeto de lei - Vereador Reimont que institui o calendário único escolar - baseado em projeto do Sinpro-Rio - foi aprovado na Câmara Municipal do Rio de Janeiro sem nenhum voto contrário. O projeto recebeu ainda pareceres favoráveis das Comissões de Administração e Justiça e de Educação, além de 2 emendas.
O próximo passo será a sanção do prefeito que finalmente tornará o projeto lei municipal. Saudações Sindicais. Wanderley Quêdo _____________________________________________________________________ Vereador Reimont
De acordo com o Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio), atualmente, 45% dos professores cariocas têm problemas de voz, a maioria causados por problemas emocionais, e 50% das licenças médicas no trabalho tem origem em causas psicológicas. Pensando na saúde do profissional educador, o vereador Reimont, presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Municipal do Rio, apresentou projeto de lei na Casa Legislativa que institui o calendário escolar unificado no município do Rio de Janeiro. "O objetivo é garantir a simultaneidade e integralidade das férias escolares dos profissionais da educação nos meses de julho e janeiro nos estabelecimentos de ensino público e privado", afirmou o parlamentar. Uma comissão plural, composta de representantes do Poder Executivo, do Legislativo, do Sinpro-Rio, do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE-RJ), da Associação de Escolas Católicas (AEC-RJ), da Associação de Educadores e de Estabelecimentos (Escolas-Rio), do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sinepe-Rio) e da Associação Municipal de Estudantes Secundaristas (AMES), procederá a formatação deste calendário até setembro deste ano. "Não ter um calendário escolar unificado tem levado a categoria, tanto na rede pública quanto na privada, ao esgotamento físico e mental, traduzido em excessivo afastamento de profissionais dos locais de trabalho para tratamentos e readaptações. Esta lei vai beneficiar a educação como um todo e os que nela trabalham, além das famílias e os alunos", completa Reimont, que recebeu, através da Comissão, várias reclamações de professores sobre doenças no trabalho. www.reimont.com.br
O próximo passo será a sanção do prefeito que finalmente tornará o projeto lei municipal. Saudações Sindicais. Wanderley Quêdo _____________________________________________________________________ Vereador Reimont
De acordo com o Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro e Região (Sinpro-Rio), atualmente, 45% dos professores cariocas têm problemas de voz, a maioria causados por problemas emocionais, e 50% das licenças médicas no trabalho tem origem em causas psicológicas. Pensando na saúde do profissional educador, o vereador Reimont, presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Municipal do Rio, apresentou projeto de lei na Casa Legislativa que institui o calendário escolar unificado no município do Rio de Janeiro. "O objetivo é garantir a simultaneidade e integralidade das férias escolares dos profissionais da educação nos meses de julho e janeiro nos estabelecimentos de ensino público e privado", afirmou o parlamentar. Uma comissão plural, composta de representantes do Poder Executivo, do Legislativo, do Sinpro-Rio, do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (SEPE-RJ), da Associação de Escolas Católicas (AEC-RJ), da Associação de Educadores e de Estabelecimentos (Escolas-Rio), do Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino (Sinepe-Rio) e da Associação Municipal de Estudantes Secundaristas (AMES), procederá a formatação deste calendário até setembro deste ano. "Não ter um calendário escolar unificado tem levado a categoria, tanto na rede pública quanto na privada, ao esgotamento físico e mental, traduzido em excessivo afastamento de profissionais dos locais de trabalho para tratamentos e readaptações. Esta lei vai beneficiar a educação como um todo e os que nela trabalham, além das famílias e os alunos", completa Reimont, que recebeu, através da Comissão, várias reclamações de professores sobre doenças no trabalho. www.reimont.com.br
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