Para todos?

Educação para todos é não precisar incluir; pressupõe-se que não haja excluídos.

Se é preciso incluir é porque não é para todos.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Diário Eletrônico

No início deste ano letivo, os professores da rede municipal de ensino contam com uma nova ferramenta: o Diário Eletrônico. Esse novo instrumento faz parte do programa Escola 3.0, que tem por objetivo reunir ações para a modernização e informatização das 1.064 unidades escolares da rede. Criado em parceria com o Iplan Rio, o Diário Eletrônico facilitará o trabalho dos professores que terão o controle da frequência e das notas dos alunos organizados em arquivos eletrônicos que podem ser visualizados em seus computadores pessoais ou nos computadores da escola.

O Diário Eletrônico atende a uma reivindicação antiga de grande parte dos professores da rede municipal. A utilização da ferramenta é opcional e o registro de classe impresso continuará sendo fornecido pelas escolas. No entanto, a ferramenta busca estimular a utilização das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) e se enquadra no compromisso ecológico da Secretaria Municipal de Educação, com a redução do consumo de papel a médio prazo.

O Diário Eletrônico consiste em um arquivo Excel que se comunica com o Sistema de Controle Acadêmico das escolas. Esse arquivo será disponibilizado pela direção escolar para os professores até o fim dessa semana. Cada professor poderá salvar o Diário Eletrônico de suas turmas em um pen drive ou cd.

Ao utilizar o Diário Eletrônico, os professores poderão verificar a frequência dos alunos, colocar as notas das avaliações e fazer observações pontuais sobre os alunos. Além disso, a ferramenta calcula automaticamente as médias das avaliações dos estudantes e o número total de faltas por Conselho de Classe (COC). Os professores poderão visualizar as médias do COC anterior de cada aluno e organizar de forma mais estruturada as notas das recuperações paralelas.

Esperamos que essa seja mais uma ação que nos auxilie a melhorar a qualidade da educação pública na nossa cidade. Contamos com a colaboração e a parceria de todos.




Secretaria Municipal de Educação
Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Educação
Marcello Gazzaneo - 9230-3371/2503-2500
Joana Martins - 9177-1753/2503-2485

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

A consciência fonológica é compreendida em dois níveis

13/02/10 - A consciência fonológica é compreendida em dois níveis

É importante que os pais observem se há dificuldade em compreender as palavras.
A consciência fonológica é a habilidade metalinguística de tomada de consciência das características formais da linguagem, e ela compreende em dois níveis: a consciência de que a linguagem falada se segmenta em unidades diferentes, isso quer dizer que a frase pode ser dividida em palavras, sílabas e fonemas. O outro nível fala a respeito da consciência em que as mesmas unidades se repetem em distintas palavras faladas.

Crianças com dificuldades em consciência fonológica na maioria das vezes mostram atraso no alcance da leitura e escrita. E procedimentos para desenvolver a consciência fonológica podem ajudá-las com dificuldades na escrita a superá-los.

De acordo com a fonoaudióloga e tutora do Portal Educação, Carolina Cysne, a consciência fonológica pode ser resumida como o conhecimento que envolve a estrutura sonora da linguagem. “Ela desenvolve-se no contato das crianças ouvintes com a linguagem oral de sua comunidade”, diz Carolina
Fonte: Assessoria de Comunicação - Portal Educação

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

http://www.youtube.com/watch?v=25rbc0OZn7o

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

PONTO FACULTATIVO

DIÁRIO OFICIAL de 03 de FEVEREIRO DE 2010
DECRETO N.º 31882 DE 2 DE FEVEREIRO DE 2010
Estabelece ponto facultativo nas repartições públicas municipais nos dias 15 e 17 de fevereiro de 2010.

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais,

DECRETA:

Art. 1.º O ponto será facultativo nas repartições públicas municipais nos dias 15 e 17 de fevereiro de 2010, período de Carnaval, excluídos desta previsão os expedientes nos órgãos cujo os serviços não admitam paralisação.

Art. 2.º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Rio de Janeiro, 2 de fevereiro de 2010; 445º ano de fundação da Cidade.

EDUARDO PAES

Devolução do IR

SENADO FEDERAL

Secretaria-Geral da Mesa

Acompanhamento de Matérias

As seguintes matérias de seu interesse sofreram ações em: 02/02/2010

SF PLS 00006 2009

Ementa: Estabelece que, após os idosos, os professores terão prioridade para recebimento da devolução do Imposto de Renda da Pessoa Física....

01/02/2010 CAE - Comissão de Assuntos Econômicos

Situação: AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR

A Matéria vai a redistribuição, em virtude de o Senador Jayme Campos reassumir o mandato.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Símbolo nazista em muro da Uerj

O DIA
Símbolo nazista em muro da Uerj
Teatro universitário amanheceu ontem com pichação de frases racistas

Rio - Os muros do Teatro Odylo Costa Filho, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), amanheceram ontem pichados com símbolos nazistas e frases racistas. A reitoria da universidade informou que o caso está sob investigação e que recebeu denúncias indicando o autor das pichações. Ontem mesmo, funcionários apagaram as inscrições.

A Uerj foi a primeira universidade pública do País a adotar o sistema de cotas, em 2003. Desde então, assiste a brigas entre estudantes favoráveis e contrários ao sistema.

Em dezembro de 2008, uma discussão sobre racismo acabou na delegacia. Um estudante de Filosofia, branco, acusou integrantes do Grupo Denegrir, formado por negros que defendem a política de cotas, de tê-lo agredido. A confusão aconteceu na saída de uma festa na universidade. O aluno disse que foi cercado e agredido pelo grupo e que outros dois amigos foram ofendidos. Já o Denegrir alegou que os três rapazes brancos gritaram expressões como ‘poder ariano’, ‘somos brancos e por isso somos superiores’. Após a confusão, o sistema de cotas dividiu ainda mais as opiniões entre os alunos. Segundo os estudantes, o incidente foi o estopim para a briga ser declarada.

“Há um grupinho racista pichando toda a Uerj com frases de apoio a Hitler há um tempo. Depois apanham e vêm bancar as vítimas. Tinha que ser aluno de Filosofia mesmo, porque os demais estão preocupados em estudar”, disse um aluno negro que não quis se identificar. “Também quero direito a cotas e demais apadrinhamentos, pois, definitivamente, negros e mestiços são maioria no país”, disparou um estudante branco.

CRIME

Pichar ofensas racistas é crime e pode dar cadeia. Chegar à autoria das pichações será difícil. Mas caso isso aconteça, o aluno ou alunos que fizeram as inscrições no teatro serão indiciados por injúria racial, que “se baseia na proteção da honra subjetiva, incluindo o respeito dos atributos físicos, intelectuais e morais de cada um”. A pena prevista para esse tipo de crime pode chegar a três anos de prisão.

Além de responder criminalmente, os alunos também correm o risco de serem expulsos da universidade