Para todos?

Educação para todos é não precisar incluir; pressupõe-se que não haja excluídos.

Se é preciso incluir é porque não é para todos.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

R$ 220.737,00 (duzentos e vinte mil setecentos e trinta e sete reais )

DIÁRIO OFICIAL de 21 de maio de 2010

DESPACHOS DA SECRETÁRIA E DO SUBSECRETÁRIO DE GESTÃO

EXPEDIENTE DE 19/05/2010
Processo nº 07/000919/2010



1-Objeto: Assessoria técnica na área de educação e pedagogia




2-Partes: PCRJ/SME e INSTITUTO DE ESTUDOS DO TRABALHO E SOCIEDADE-IETS




3-Fundamento: Inexigibilidade de Licitação – Artigo 25 inciso II da Lei nº 8.666 de 21 de junho de 1993 e suas alterações.




4-Razão: Continuidade da avaliação ao atendimento das crianças da educação infantil como ferramenta relevante para medir a qualidade das creches municipais contribuindo para orientar os investimentos para esta faixa etária.




5- Valor: R$ 220.737,00 (duzentos e vinte mil setecentos e trinta e sete reais )




6-Autorização: Paulo Roberto Santos Figueiredo.

7-Ratificação: Claudia Costin

Sociedade vai avaliar critérios para o 'Enem' de professores, anuncia ministro da Educação

Publicada em 24/05/2010 às 13:45
Sociedade vai avaliar critérios para o 'Enem' de professores, anuncia ministro da Educação
O Globo, com informaçõe da Agência Brasil

RIO - O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta segunda-feira (24) que vai abrir uma consulta pública para que a sociedade avalie itens que podem fazer parte de uma prova nacional para professores . A declaração foi feita durante o Seminário Avaliação de Professores da Educação Básica que acontece na Zona Sul do Rio de Janeiro.
A proposta é criar um banco nacional de docentes, uma relação de profissionais de educação qualificados que poderiam ser contratados por qualquer município brasileiro. O MEC já adotou um projeto semelhante para selecionar estudantes para as universidades públicas, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

" Há uma deficiência de instrumentos fidedignos para avaliação dos professores no Brasil (Haddad) "

- Há uma deficiência de instrumentos fidedignos para avaliação dos professores no Brasil. Uma matriz já ajudaria as instituições formadoras e os professores. Estamos procurando amadurecer essas questões para dar maior clareza do que se pretende na formação de professores - diz Haddad.
Os itens que serão analisados pela sociedade na consulta pública foram levantados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) que, durante um ano, analisou os mecanismos de avaliação de professores usados em países com alto desempenho em educação.
Atualmente, a avaliação de professores no Brasil ocorre, prioritariamente, a partir de índices criados para quantificar taxas de aprovação e desempenho de alunos, como é o caso do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), ou o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), que avalia o rendimento dos alunos do nível superior.
- O Enade, ainda que tenha sido nossa opção reformulá-lo, capta pouco daquilo que se quer captar da ótica do gestor que quer contratar o profissional de atuação adequada em sala de aula - avalia o ministro.

" A proposta é criar um banco nacional de docentes (Haddad) "

Fernando Haddad defendeu que o papel do Ministério da Educação é fornecer instrumentos para que os estados consigam avaliar e melhorar seu corpo docente, e reconheceu que, em contrapartida, é preciso garantir salários dignos e progressão de carreira. O ministro lembrou ainda que essa é a fase de a sociedade avaliar o trabalho feito pelo Inep, mas que vai depender do próximo governo a aplicação do exame nacional para professores.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Pesquisa de aluna de 14 anos mostra que lição em folha branca facilita concentração

Usar folhas brancas em provas e lições facilita a concentração dos alunos e a interpretação dos textos. Já folhas ou desenhos vermelhos e amarelos ajudam na percepção de detalhes. O resultado é de uma pesquisa desenvolvida por uma aluna do Colégio Interativa, de Londrina (PR). O projeto foi selecionado para participar da 8ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), que acontece até esta quinta-feira (11/3), em São Paulo (SP).

Para a pesquisa, a aluna Isabela Dutra, de 14 anos, imprimiu uma história em quadrinho em amarelo, verde, vermelho, azul e preto e branco. Ela distribuiu as histórias aleatoriamente entre os alunos da primeira série (de seis a oito anos) do seu colégio e pediu que respondessem um questionário sobre a história.

Analisando as respostas, Isabela concluiu que as impressões em preto e branco tiveram os melhores resultados em relação à interpretação. Os quadrinhos em amarelo e vermelho facilitaram a observação de detalhes e os em azul se mostraram mais eficiente para leitura de imagens.

A história com as cores originais teve as piores notas, tanto em interpretação como em observação de detalhes. “São muitas cores juntas e isso dispersa”, comenta a autora da pesquisa. “Um estudo como esse pode ajudar a identificar onde usar determinada cor nos livros da escola”, completa.


Fonte: Portal Aprendiz http://aprendiz.uol.com.br/content/spivupruvi.mmp

quarta-feira, 10 de março de 2010

"Por que nos contentarmos com o pior, o medíocre, se podemos ter o melhor e não nos falta o recurso humano para isso?"

Interessante matéria da colunista Lya Luft, publicada na revista Veja, edição 2150:

"Por que nos contentarmos com o pior, o medíocre, se podemos
ter o melhor e não nos falta o recurso humano para isso?"

No meio da tragédia do Haiti, que comove até mesmo os calejados repórteres de guerra, levo um choque nacional. Não são horrores como os de lá, mas não deixa de ser um drama moral. O relatório "Educação para todos", da Unesco, pôs o Brasil na 88ª posição no ranking de desenvolvimento educacional. Estamos atrás dos países mais pobres da América Latina, como o Paraguai, o Equador e a Bolívia. Parece que em alfabetizar somos até bons, mas depois a coisa degringola: a repetência média na América Latina e no Caribe é de pouco mais de 4%. No Brasil, é de quase 19%.

http://veja.abril.com.br/030210/imagens/luft1.jpg

No clima de ufanismo que anda reinando por aqui, talvez seja bom acalmar-se e parar para refletir. Pois, se nossa economia não ficou arruinada, a verdade é que nossas crianças brincam na lama do esgoto, nossas famílias são soterradas em casas cuja segurança ninguém controla, nossos jovens são assassinados nas esquinas, em favelas ou condomínios de luxo somos reféns da bandidagem geral, e os velhos morrem no chão dos corredores dos hospitais públicos. Nossos políticos continuam numa queda de braço para ver quem é o mais impune dos corruptos, a linguagem e a postura das campanhas eleitorais se delineiam nada elegantes, e agora está provado o que a gente já imaginava: somos péssimos em educação.

Pergunta básica: quanto de nosso orçamento nacional vai para educação e cultura? Quanto interesse temos num povo educado, isto é, consciente e informado - não só de seus deveres e direitos, mas dos deveres dos homens públicos e do que poderia facilmente ser muito melhor neste país, que não é só de sabiás e palmeiras, mas de esforço, luta, sofrimento e desilusão?

Precisamos muito de crianças que saibam ler e escrever no fim da 1ª série elementar; jovens que consigam raciocinar e tenham o hábito de ler pelo menos jornal no 2º grau; universitários que possam se expressar falando e escrevendo, em lugar de, às vezes com beneplácito dos professores, copiar trabalhos da internet. Qualidade e liberdade de expressão também são pilares da democracia. Só com empenho dos governos, com exigência e rigor razoáveis das escolas - o que significa respeito ao estudante, à família e ao professor - teremos profissionais de primeira em todas as áreas, de técnicos, pesquisadores, jornalistas e médicos a operários. Por que nos contentarmos com o pior, o medíocre, se podemos ter o melhor e não nos falta o recurso humano para isso? Quando empregarmos em educação uma boa parte dos nossos recursos, com professores valorizados, os alunos vendo que suas ações têm consequências, como a reprovação - palavra que assusta alguns moderníssimos pedagogos, palavra que em algumas escolas nem deve ser usada, quando o que prejudica não é o termo, mas a negligência. Tantos são os jeitos e os recursos favorecendo o aluno preguiçoso que alguns casos chegam a ser bizarros: reprovação, só com muito esforço. Trabalho ou relaxamento têm o mesmo valor e recompensa.

Sou de uma família de professores universitários. Exerci o duro ofício durante dez anos, nos quais me apaixonei por lidar com alunos, mas já questionava o nível de exigência que podia lhes fazer. Isso faz algumas décadas: quando éramos ingênuos, e não antecipávamos ter nosso país entre os piores em educação. Quando os alunos ainda não usavam celular e iPhone na sala de aula, não conversavam como se estivessem no bar nem copiavam seus trabalhos da internet - o que hoje começa a ser considerado normal. Em suma, quando escola e universidade eram lugares de compostura, trabalho e aprendizado. O relaxamento não é geral, mas preocupa quem deseja o melhor para esta terra.

Há gente que acha tudo ótimo como está: os que reclamam é que estão fora da moda ou da realidade. Preparar para as lidas da vida real seria incutir nos jovens uma resignação de usuários do SUS, ou deixar a meninada "aproveitar a vida": alguém pode me explicar o que seria isso?

sexta-feira, 5 de março de 2010

Educação inclusiva
Redes estaduais e municipais recebem conjuntos de DVDs
Sexta-feira, 05 de março de 2010 - 16:53
Toda criança é única: a inclusão da diferença na educação infantil é o título de uma coleção de cinco DVDs produzidos pela TV Escola (canal do MEC) que chega este mês às redes estaduais e municipais de todo o país. A recomendação da Secretaria de Educação Especial (Seesp) é que os materiais sejam usados em seminários, na formação continuada de professores e em atividades com os pais e a comunidade escolar.

A duração média de cada DVD é de 25 minutos. Os temas abordados são: quebrando a invisibilidade, universo das diferenças, orquestra de sinais, rompendo barreiras, liberdade de ser, aprender e caminhos para a inclusão. A distribuição, que soma 30 mil conjuntos, abrange também os 168 polos de educação a distância do programa Educação Inclusiva: direito à diversidade e as 12 universidades públicas que integram a rede de formação.

Conforme dados da Seesp, as redes municipais receberão cinco conjuntos (25 DVDs) e as estaduais, um conjunto. As secretarias também estão autorizadas pelo Ministério da Educação a reproduzir os materiais para distribuir em suas escolas. A produção e distribuição dos DVDs é uma ação conjunta das secretarias de Educação a Distância (Seed) e de Educação Especial (Seesp).

Ionice Lorenzoni

Recebi este informativo e achei legal divulgar

O Setor Educativo do Museu Histórico Nacional tem o grande prazer de convidar toda comunidade a participar dos Encontros com Educadores Museu, um espaço de construção do saber.

Os Encontros ocorrem uma vez por mês (não sendo uma sequência), com duração de 3h30min, sendo debatida a relação museu e educação, a contribuição da educação informal para a formal (e vice-versa), as visitas no Museu Histórico Nacional. A atividade é gratuita e o educador receberá uma declaração de participação emitida pelo museu (via email). Lembramos que o primeiro encontro ocorrerá no dia 30 de Março, terça-feira, das 14h às 17h30min.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Diário Eletrônico

No início deste ano letivo, os professores da rede municipal de ensino contam com uma nova ferramenta: o Diário Eletrônico. Esse novo instrumento faz parte do programa Escola 3.0, que tem por objetivo reunir ações para a modernização e informatização das 1.064 unidades escolares da rede. Criado em parceria com o Iplan Rio, o Diário Eletrônico facilitará o trabalho dos professores que terão o controle da frequência e das notas dos alunos organizados em arquivos eletrônicos que podem ser visualizados em seus computadores pessoais ou nos computadores da escola.

O Diário Eletrônico atende a uma reivindicação antiga de grande parte dos professores da rede municipal. A utilização da ferramenta é opcional e o registro de classe impresso continuará sendo fornecido pelas escolas. No entanto, a ferramenta busca estimular a utilização das novas tecnologias de informação e comunicação (TICs) e se enquadra no compromisso ecológico da Secretaria Municipal de Educação, com a redução do consumo de papel a médio prazo.

O Diário Eletrônico consiste em um arquivo Excel que se comunica com o Sistema de Controle Acadêmico das escolas. Esse arquivo será disponibilizado pela direção escolar para os professores até o fim dessa semana. Cada professor poderá salvar o Diário Eletrônico de suas turmas em um pen drive ou cd.

Ao utilizar o Diário Eletrônico, os professores poderão verificar a frequência dos alunos, colocar as notas das avaliações e fazer observações pontuais sobre os alunos. Além disso, a ferramenta calcula automaticamente as médias das avaliações dos estudantes e o número total de faltas por Conselho de Classe (COC). Os professores poderão visualizar as médias do COC anterior de cada aluno e organizar de forma mais estruturada as notas das recuperações paralelas.

Esperamos que essa seja mais uma ação que nos auxilie a melhorar a qualidade da educação pública na nossa cidade. Contamos com a colaboração e a parceria de todos.




Secretaria Municipal de Educação
Assessoria de Imprensa da Secretaria Municipal de Educação
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