Para todos?

Educação para todos é não precisar incluir; pressupõe-se que não haja excluídos.

Se é preciso incluir é porque não é para todos.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Devolução do IR

SENADO FEDERAL

Secretaria-Geral da Mesa

Acompanhamento de Matérias

As seguintes matérias de seu interesse sofreram ações em: 02/02/2010

SF PLS 00006 2009

Ementa: Estabelece que, após os idosos, os professores terão prioridade para recebimento da devolução do Imposto de Renda da Pessoa Física....

01/02/2010 CAE - Comissão de Assuntos Econômicos

Situação: AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR

A Matéria vai a redistribuição, em virtude de o Senador Jayme Campos reassumir o mandato.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Símbolo nazista em muro da Uerj

O DIA
Símbolo nazista em muro da Uerj
Teatro universitário amanheceu ontem com pichação de frases racistas

Rio - Os muros do Teatro Odylo Costa Filho, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), amanheceram ontem pichados com símbolos nazistas e frases racistas. A reitoria da universidade informou que o caso está sob investigação e que recebeu denúncias indicando o autor das pichações. Ontem mesmo, funcionários apagaram as inscrições.

A Uerj foi a primeira universidade pública do País a adotar o sistema de cotas, em 2003. Desde então, assiste a brigas entre estudantes favoráveis e contrários ao sistema.

Em dezembro de 2008, uma discussão sobre racismo acabou na delegacia. Um estudante de Filosofia, branco, acusou integrantes do Grupo Denegrir, formado por negros que defendem a política de cotas, de tê-lo agredido. A confusão aconteceu na saída de uma festa na universidade. O aluno disse que foi cercado e agredido pelo grupo e que outros dois amigos foram ofendidos. Já o Denegrir alegou que os três rapazes brancos gritaram expressões como ‘poder ariano’, ‘somos brancos e por isso somos superiores’. Após a confusão, o sistema de cotas dividiu ainda mais as opiniões entre os alunos. Segundo os estudantes, o incidente foi o estopim para a briga ser declarada.

“Há um grupinho racista pichando toda a Uerj com frases de apoio a Hitler há um tempo. Depois apanham e vêm bancar as vítimas. Tinha que ser aluno de Filosofia mesmo, porque os demais estão preocupados em estudar”, disse um aluno negro que não quis se identificar. “Também quero direito a cotas e demais apadrinhamentos, pois, definitivamente, negros e mestiços são maioria no país”, disparou um estudante branco.

CRIME

Pichar ofensas racistas é crime e pode dar cadeia. Chegar à autoria das pichações será difícil. Mas caso isso aconteça, o aluno ou alunos que fizeram as inscrições no teatro serão indiciados por injúria racial, que “se baseia na proteção da honra subjetiva, incluindo o respeito dos atributos físicos, intelectuais e morais de cada um”. A pena prevista para esse tipo de crime pode chegar a três anos de prisão.

Além de responder criminalmente, os alunos também correm o risco de serem expulsos da universidade

domingo, 24 de janeiro de 2010

"O Fim da Educação. Redefinindo o valor da escola"

Trecho do livro de Neil Postamn, intitulado "O Fim da Educação. Redefinindo o valor da escola" onde ele sugere a idéia que segue:

"Poderíamos melhorar a qualidade do ensino da noite para o dia, por assim dizer, se os professores de matemática fossem incumbidos de ensinar arte, os professores de arte de ensinar ciência, os professores de ciência inglês. Meu raciocínio é este. A maioria dos professores (...) ensinam matérias em que eram bons na escola. Achavam a matéria fácil e prazerosa. Consequentemente, é provável que não entendam como a matéria aparece para aqueles que não são bons nela, ou não se interessam por ela, ou as duas coisas. Se, digamos, durante um semestre, cada professor se encarregasse de uma matéria que odiasse, ou com que sempre tivesse tido dificuldade, seria forçado a ver a situação como a maioria dos estudantes a vê e perceberia as coisas mais como um novo aluno do que como um velho professor. Talvez ele (ou ela) descobrisse como são maçantes os compêndios, aprendesse como é exasperante o receio de cometer enganos, pudesse verificar que uma questão que suscitou o seu interesse tem de ser ignorada porque não está coberta pelo resumo, poderia até se dar conta de que há estudantes que conhecem a matéria melhor do que ele (ou ela) podia imaginar. E então?
No todo, creio que a experiência faria refletir e seria até reveladora. Quando o professor retornasse a sua especialidade, é possível que trouxesse consigo ideias novas sobre o modo de transmitir o conteúdo de suas respectivas matérias, e sentissem maior empatia por seus alunos" (p.114)

Neil Postman é professor da Universidade da Califórnia. Considerado um dos maiores analistas contemporâneos da relação educação e mídia eletrônica.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Prefeito Eduardo Paes quer mais dinheiro para a educação

Enviado por Berenice Seara - 28.12.2009| 16h50m

Prefeito Eduardo Paes quer mais dinheiro para a educação



Eduardo Paes revelou a um grupo de vereadores que pretende vincular as próximas Vilas Olímpicas à pasta de Educação. Prometeu ainda estudar uma fórmula de investir um pouco mais na área até atingir os 25% do mínimo constitucional que a prefeitura há muito tempo vem deixando de cumprir há pelo menos sete anos. “Não quero sair como o prefeito que não investiu na Educação”.



Nome sujo

É bom mesmo que Paes comece a cumprir a lei, porque a Cidade do Rio já está com nome sujo na praça. Essa mania de não cumpria a Constituição já mandou o município para o temido CAUC, o Cadastro Único de Convênio - uma espécie de SPC do governo federal. Com isso, deixa de abocanhar convênios, contratos e receber repasses financeiros da União, conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal.

Sérgio Cabral fez acordo com as milícias para garantirem a segurança do Panamericano.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009 | 07:00

TRIBUNA DA IMPRENSA – HÉLIO FERNANDES

Sérgio Cabral fez acordo com as milícias para garantirem a segurança do Panamericano. Agora se acerta com os “barões da droga”, e retumba: “AS FAVELAS LIVRES DA DROGA”

Existem favelas em muitos países, os mais diversos. A primeira vez que fui à Venezuela, em plena ditadura militar, aqui estávamos com ditadura civil, ou seja a de Vargas, (é tudo igual) fiquei impressionado. Você desce em Caracas num aeroporto redondo e assustador, (com só veria depois em Fernando de Noronha), mas a visão mais impressionante é da enormidade das favelas.



Depois, em outras viagens, principalmente Jamaica, Haiti, Panamá, essas favelas estavam sempre presentes e os governos consideravam e acreditavam: “Não há solução”. Parecia que não havia mesmo, tanto que a rotina passou a identificar os morros e as favelas, como “PODER PARALELO”. Na verdade, governadores e prefeitos incompetentes, imprudentes, incapazes é que deveriam merecer a identificação de PODERES PARALELOS.



Nos anos 70/80 com a chegada da droga, aí a situação se complicou por duas fontes ou vertentes. 1 – A montanha de dinheiro que circulava, elevando os traficantes à condição de superpotências. 2 – Quem paga quer obediência, vassalagem e subserviência. E como os bandidos pagam muito melhor do que os governos, se tornaram donos de tudo.



Não se pode exigir daqueles quem ganham salários miserávelis, que se mantenham éticos e correto,s combatendo de forma inferior, sem saber se voltam para casa. Nem é corrupção, corrupto é o governante que EXIGE fidelidade e correção, enquanto aumentam desmesuradamente, desmedidamente, desumanamente, suas contas bancárias, à prova de sigilo, fiscalização ou verificação.



Só que hoje, com 2009 acabando, e praticamente entrando no ano eleitoral e presumivelmente sucessório de 2010, queremos desvendar a realidade que ainda persiste nas favelas e desmentir autoridades e jornalões, que contam ao cidadão-contribuinte-eleitor uma história mentirosa, enganadora, distante, mas muito distante mesmo, do que continua acontecendo.



No Dia de Natal, O Globo publicou com estardalhaço e sem o menor respeito pela investigação, matéria a respeito da “modernização” das favelas, e da eficiência da nova ordem. Título: “ESTÁ TUDO DOMINADO”.



E no subtítulo, aproveitando para mistificar mais ainda. Textual no jornalão: “Todas as favelas da Zona Sul estão sob controle da Polícia e livres dos traficantes e da criminalidade”.



Apesar da preocupação elitista de acabar (?) primeiro com as favelas da Zona Sul, está tudo errado. Não existe o mínimo de correção na afirmação, como mostraremos a seguir.



Primeiro, porque ainda faltam diversas favelas na Zona Sul que nem foram tocadas, e isso ficou demonstrado pelo próprio O Globo, que poucos dias depois noticiou a “ocupação” das favelas dos Tabajaras e dos Cabritos (ambas na Zona Sul) pelo Bope. Outras comunidades da Zona Sul, como Cerro Corá, Pereirão, Morro Azul , Júlio Ottoni (Rua Alice) e Gávea, por exemplo, continuam desprezadas pelas autoridades “ocupativas”.



Segundo, porque não é verdade que o tráfico tenha sido interrompido nas favelas da Zona Sul que já estão supostamente sob controle da PM. O que existe é um inaceitável, inacreditável e inviável acordo com os traficantes, celebrado pelo próprio governador Sérgio Cabral Filho.



Quando houve a recente “ocupação” dos morros do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho, Cabral veio há público para informar que tinha dado “um prazo de 48 horas” para os traficantes saírem dessas favelas. E eles teriam saído. Será?



Na verdade, o governador, que já fizera acordo com milícias e tem experiência no ramo, apenas combinou com os traficantes que eles continuassem a operar, mas sem estardalhaço, sem aparentarem dominar os morros, sem afrontar os policiais que passariam a circular por lá, e sem incomodar os moradores.



Os traficantes, agradecidos pelo salvo-conduto oficial e pela “legalização” de suas atividades, logo aceitaram, porque fica muito mais barato para eles, que não tem de seguir gastando dinheiro para manter as legiões de jovens “soldados do tráfico” nem com mais armas e munição.



Se o tráfico tivesse realmente parado nas favelas que estão “ocupadas”, haveria engarrafamento de drogados no Cerro Corá, no Pereirão, Morro Azul e outros pontos permanentes de tráfico. E isso não está acontecendo, como até os paralelepípedos das ladeiras sabem muito bem.



Os traficantes estão às gargalhadas com as trapalhadas do governador e do prefeito. Como já dominavam a tecnologia do celular, comandando tudo de dentro de penitenciárias a centenas de quilômetros de distância, avançaram nesse setor.



Como provavelmente o Serviço de Inteligência não informou ao governador ou ao prefeito, vou fazer a revelação: os traficantes já experientes com o sistema GPS, continuam roubando carros, imprescindíveis. Usam principalmente o Estácio, Rio Comprido, e saída da Linha Amarela ou perto da Maré.



Ao roubar o carro, mandam o motorista sair do veículo, perguntam: “Tem GPS?”. Se a resposta é afirmativa, dão um tiro na cabeça do motorista, incendeiam o carro. Se a resposta é negativa, mandam o motorista ir embora e ficam com o carro.



PS – Para terminar e como tem tudo a ver: o prefeito telefonou para Lula, “desejando bom Natal e Ano Novo”. Esqueceu que já chamou o presidente de “chefe de gangue”. Lula “generoso”, aceitou os cumprimentos.



PS2 – Desculpem, não consegui saber se Cabral telefonou. Mas é lógico que falou e prometeu subir de costas os 365 degraus da igreja da Penha, se Lula atendesse. Vai subir.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

CHOQUE DE ESTUPIDEZ!

CORA RÓNAI, O Globo, 24/1/2009

1. Escrevo sobre a Lagoa, mas a situação é a mesma em toda a cidade. Onde quer que haja prédios antigos, há problemas de estacionamento. A razão não chega a ser mistério: quando a maioria desses prédios foi construída, carro era um luxo dispensável. Se havia distância entre os pontos e as casas dos seus usuários, havia também segurança para que eles pudessem cobrir essa distância a pé, a qualquer hora do dia ou da noite.



2. Detesto carro, não tenho carro e não entendo para quê alguém quer carro em Paris ou em Nova York, mas entendo muito bem quem tem carro no Rio. É por isso que fico furiosa quando vejo a prefeitura rebocando carros a três por quatro, em lugares onde eles não atrapalham ninguém, sobretudo na calada da noite. Não há nada de “educativo” na medida, que não favorece ninguém, exceto os donos dos reboques, os cofres da prefeitura e quem quer que lucre financeiramente com isso.



3. Uma cidade que funciona deve oferecer alternativas viáveis aos seus habitantes antes de partir para a estupidez. Em vez de rebocar os carros de moradores de prédios antigos, as autoridades deviam estudar soluções reais e bem intencionadas para o problema. Do jeito que está, o cidadão está sendo triplamente lesado.



4. Ninguém merece assaltos e reboques simultâneos, mas é a isso que estamos condenados no circo do senhor Paes. Dá para acreditar na boa fé de uma operação de reboque que vai ao ar depois de meia-noite?! A sua finalidade, está claro, não é desimpedir a passagem para os pedestres, até porque ninguém tem mais coragem de andar pelas ruas da cidade de madrugada.



Fonte: Ex-blog Cesar Mais, 28 de dezembro de 2009

"Ilusões do Amanhã"

>
> 'Por que eu vivo
> procurando um motivo de viver,
> Se a vida às
> vezes parece de mim
> esquecer?
> Procuro em
> todas, mas todas
> não são você.
> Eu quero apenas
> viver, se não for para mim que seja pra
> você.
> Mas às vezes
> você parece me ignorar, sem nem ao menos me
> olhar,
> Me machucando
> pra valer.
> Atrás dos meus
> sonhos eu vou correr.
> Eu vou me achar,
> pra mais tarde em você me
> perder.
> Se a vida dá
> presente pra cada
> um,
> o meu,
> cadê?
> Será que esse
> mundo tem jeito?
> Esse mundo cheio
> de preconceito.
> Quando estou
> só, preso na minha
> solidão,
> Juntando
> pedaços de mim que caíam ao
> chão,
> Juro que às
> vezes nem ao menos sei, quem
> sou.
> Talvez eu seja um
> tolo,
> Que acredita num
> sonho.
> Na procura de te
> esquecer,
> Eu fiz brotar a
> flor.
> Para carregar
> junto ao peito,
> E crer que esse
> mundo ainda tem jeito.
> E como príncipe
> sonhador...
> Sou um tolo que
> acredita, ainda, no
> amor.'
>
> PRÍNCIPE POETA
> (Alexandre Lemos - APAE)