Marcas de Batom no espelho do Banheiro...
Numa escola pública estava ocorrendo uma situação inusitada: uma turma
de meninas de 12 anos que usavam batom, todos os dias beijavam o
espelho para remover o excesso de batom.
O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um
trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia.
Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...
Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou
pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas
aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora.
No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram. ..
No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zelador no
banheiro, e pediu ao zelador para demonstrar a dificuldade do
trabalho.
O zelador imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e
passou no espelho.
Nunca mais apareceram marcas no espelho!
Moral da história: Há professores e há educadores...
Comunicar é sempre um desafio!
As vezes precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos resultados.
Para todos?
Educação para todos é não precisar incluir; pressupõe-se que não haja excluídos.
Se é preciso incluir é porque não é para todos.
Se é preciso incluir é porque não é para todos.
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
A farsa continua e a cara de pau cresce
Posted: 14 Sep 2009 12:39 AM PDT
Não bastasse mentirem de que estão “consertando” a educação do Rio, agora eles vão fabricar as provas da farsa.
Na 4a feira, dia 02 de setembro de 2009, milhares de alunos foram reunidos no maracanãzinho para um simulacro de prova.
Diz-se que seria um “teste” para a prova brasil, do governo federal.
Movimentaram milhares de alunos, retirando-os de suas escolas, assim como muitos e muitos professores e professoras.
Devem ter gasto mais uns milhõeszinhos em alguma ONG paulista, com certeza.
É impressionante como as ONGs paulistas entendem de educação! Com certeza a educação de São Paulo já deve estar consertada, com tantas ONGs competentes merecedoras de tão vultosas somas de dinheiro em troca de sua competência!!!
Desta vez foi pra que mesmo?
Segundo a secretária municipal de marqueting… ops!, de educação, “as provas servirão para balizar os eventuais problemas de aprendizagem deste grupo específico de alunos”:
Com o simulado estamos oferecendo às escolas a possibilidade de entender onde o jovem não está aprendendo direito para adotar alguma ação corretiva antes da Prova Brasil, em outubro – disse a secretária. (Fonte)
Deixe-me entender… “servirão para balizar os eventuais problemas de aprendizagem” e “estamos oferecendo às escolas” me sugere que a educadora em questão acha que os professores e as escolas não são capazes de avaliar os seus alunos… é isso?!?
Oras, convenhamos!
E, por outro lado… avaliar os alunos através de uma prova com questões públicas???
Oras, convenhamos!!
Vejam estes dois depoimentos de duas colegas (apesar de permitirem, omiti os nomes), de escolas diferentes, sobre o que viram e sentiram no dia:
“Queridos, hoje fiquei muito surpresa ao ver a prova do simulado na revista Escola que está nas bancas. E, curiosamente, já vem com as respostas e os devidos comentários. Nada é sério na nossa Rede!!!
“O Simuladão de hoje foi mais uma farsa da nossa Secretária. Como disse ontem, a provas foram mesmo as que estavam na revista Nova Escola. Várias escolas sabiam, desde o início de agosto, e, é óbvio, os professores de matemática e de português fizeram as provas com os alunos (uma outra escola do Caju estava acomodada atrás da nossa e ouvimos vários comentários: “já sabemos fazer tudo mesmo, não vamos demorar”). Pensando em estatística, o desempenho nas escolas vai “melhorar” muito. Mas uma vez, uma prova de São Paulo! Será que não há em nossa rede ninguém capacitado para elaborar uma prova? Os alunos sentaram quase que um no colo do outro.Compareceram apenas 33 alunos. Talvez tenha sido a escola com menor representação. Porém, se todos tivessem comparecido, não haveria provas para todos, nem pranchetas e nem lugares suficientes para sentar. É inacreditável como se gasta dinheiro com uma farsa! Muita publicidade, propaganda enganosa e nenhuma seriedade. Lamentável!!!!! Bjs.”
Eu peguei um modelo da prova, que ela me deu, e comprei a revista. É igual. Impressionantemente copiada, cada questão. A revista é essa.
O outro depoimento:
“Um misto de tristeza e vergonha se abateu sobre mim, no Maracanazinho, no dia do simulado da prova Brasil. Não que eu estivesse esperando que corresse tudo bem, muito pelo contrário, sabia que uma atividade desse porte, envolvendo tantos alunos, precisaria de muita organização, tanto por parte dos organizadores da Secretaria de Educação, quanto por parte das escolas. E, como era a primeira vez, obviamente, muitas falhas aconteceriam. O que não esperava era que ao chegar ao local da prova, no horário marcado, precisaria subir e descer tantas vezes as escadas para encontrar as cadeiras reservadas aos meus alunos e que, depois de encontrá-las, teria que subir e descer, de novo, para pegar todo o material da prova. Vi professores subindo muito lentamente as escadas e soube que são professores com problemas sérios de coluna. Lógico que as escolas poderiam ter previsto tudo isso e mandado para lá professores que pudessem subir e descer, tantas vezes fosse necessário, sem nenhum problema. Mas não seria mais decente que cada professor, lá chegando, fosse orientado para assumir o seu lugar, sem muitas buscas? Só depois que muita gente já havia chegado e passado por essa situação é que apareceu alguém com uma lista de posicionamento das escolas e ainda assim não foi fácil a localização dos lugares. Quanto a distribuição do material, não teve jeito. Cada professor responsável pela escola tinha que transportar o seu material, mesmo que fosse uma grande quantidade de provas e pranchetas. E aí, foi impossível atender a solicitação dos organizadores para que não deixássemos os alunos carregarem as caixas com as provas. Pelo amor de Deus, amadorismo tem limite! Como não mobilizar auxiliares para a distribuição racionalizada e adequada de material?
Bom, esse foi só o começo dos problemas e se ficasse por aí tudo bem. As coisas pioraram consideravelmente quando um dos responsáveis pela organização, colocou uma outra escola no lugar reservado a minha e a uma outra, sob alegação de que aquele espaço era muito grande para a quantidade de alunos da minha escola e, mesmo avisado que não, que quando reservaram o lugar, já contavam com aqueles alunos e que eles estavam a caminho, fez com que a outra escola invadisse, literalmente, as cadeiras. Depois dessa invasão e de muita discussão, esse senhor, levou nossos alunos para as cadeiras mais altas do espaço reservado à 1ª CRE ( sou da 2ª) e como não tinha acomodação para todos, colocou um grupo sentado e espremido em uma arquibancada, bem pertinho da laje do estádio. Para chegarmos aos alunos tínhamos que nos abaixar pois tinha uma pilastra inclinada separando os setores.
Tudo muito difícil e complicado para um simulado ou treinamento. Várias vezes uma senhora fez uso do microfone para chamar a atenção dos professores para que eles tomassem conta dos seus alunos pois eles estavam fazendo bagunça. Alguns colegas gritaram com seus alunos porque eles conversavam durante a prova. Que prova? Nenhuma atividade acadêmica deve ser feita daquele jeito. Não ensinamos nada a eles. Penso que a secretária de educação Claudia Costin deveria ouvir os professores com muita atenção antes de buscar ajuda tão longe e fora das nossas escolas.
Com certeza nossos alunos teriam aproveitado muito mais esse treinamento se o tivessem realizado em sua própria sala de aula, com uma infra estrutura adequada. Deus, nem a água, nem o lanche prometidos chegaram no momento adequado! Só no final.
Tentamos fazer tudo direitinho: aceitamos participar do evento, organizamos essa participação saindo da escola pois muitos pais ficaram preocupados por não poderem acompanhar os filhos até o local da prova, nos preocupamos com muitas coisas mas de que adiantou? Só me restou pedir desculpas aos meus alunos por tê-los colocado nessa situação tão incômoda para não dizer humilhante. Saí de Lá com a sensação de que eu e meus alunos fomos usados. Aquela foi uma aula de deseducação. Os bons resultados virão à medida que a educação for de fato levada a sério. À medida que os professores forem realmente valorizados. E não estou falando apenas de salários. Falo do reconhecimento da luta do dia a dia que cada professor trava para fazer com que as crianças e os adolescentes de nossas escolas aprendam a ler, escrever, falar, perceber e tentar superar os problemas que os impedem de ir além do simplesmente ler e escrever. Interpretar o mundo a sua volta e interferir de modo positivo na história da sua cidade, do seu País,da sua história enfim.
Se torna cada vez mais difícil alcançar esse objetivo. Senão não teríamos tantos projetos, tantas ONGs. Essas soluções buscadas fora da escola são solução para quê e para quem?”
Eu sei muito bem avaliar a educação pública:
* Enquanto essas mirabolices acontecem, as salas continuam lotadas, sem nem espaço para circular.
* A escola agora está ainda mais inchada, com a farsa do horário integral, pois alguns alunos de um turno vão para o contra-turno e nós não temos espaço pra isso.
* O calor entra rachando, sendo impossível ficar minimamente sossegado.
* Os professores não têm nenhuma ajuda para enfrentar a batalha.
* O salário continua sem aumento.
* Por conta disso, temos que ter diversos empregos pra nos manter classe média baixa.
* A violência invade as escolas, sem pedir pra abrir o portão – somos reféns sem direito à resgate.
Eles não perguntam o que nós, que estamos lá dentro, queremos e achamos melhor pra escola.
Mas eles aparecem nos jornais dia-sim-dia-não, jogando bola, dançando, bricando com as criancinhas…
Quando a gente não imagina que podia piorar, eles sempre nos surpreendem!
Declev Reynier Dib-Ferreira
Professor. Ainda.
Não bastasse mentirem de que estão “consertando” a educação do Rio, agora eles vão fabricar as provas da farsa.
Na 4a feira, dia 02 de setembro de 2009, milhares de alunos foram reunidos no maracanãzinho para um simulacro de prova.
Diz-se que seria um “teste” para a prova brasil, do governo federal.
Movimentaram milhares de alunos, retirando-os de suas escolas, assim como muitos e muitos professores e professoras.
Devem ter gasto mais uns milhõeszinhos em alguma ONG paulista, com certeza.
É impressionante como as ONGs paulistas entendem de educação! Com certeza a educação de São Paulo já deve estar consertada, com tantas ONGs competentes merecedoras de tão vultosas somas de dinheiro em troca de sua competência!!!
Desta vez foi pra que mesmo?
Segundo a secretária municipal de marqueting… ops!, de educação, “as provas servirão para balizar os eventuais problemas de aprendizagem deste grupo específico de alunos”:
Com o simulado estamos oferecendo às escolas a possibilidade de entender onde o jovem não está aprendendo direito para adotar alguma ação corretiva antes da Prova Brasil, em outubro – disse a secretária. (Fonte)
Deixe-me entender… “servirão para balizar os eventuais problemas de aprendizagem” e “estamos oferecendo às escolas” me sugere que a educadora em questão acha que os professores e as escolas não são capazes de avaliar os seus alunos… é isso?!?
Oras, convenhamos!
E, por outro lado… avaliar os alunos através de uma prova com questões públicas???
Oras, convenhamos!!
Vejam estes dois depoimentos de duas colegas (apesar de permitirem, omiti os nomes), de escolas diferentes, sobre o que viram e sentiram no dia:
“Queridos, hoje fiquei muito surpresa ao ver a prova do simulado na revista Escola que está nas bancas. E, curiosamente, já vem com as respostas e os devidos comentários. Nada é sério na nossa Rede!!!
“O Simuladão de hoje foi mais uma farsa da nossa Secretária. Como disse ontem, a provas foram mesmo as que estavam na revista Nova Escola. Várias escolas sabiam, desde o início de agosto, e, é óbvio, os professores de matemática e de português fizeram as provas com os alunos (uma outra escola do Caju estava acomodada atrás da nossa e ouvimos vários comentários: “já sabemos fazer tudo mesmo, não vamos demorar”). Pensando em estatística, o desempenho nas escolas vai “melhorar” muito. Mas uma vez, uma prova de São Paulo! Será que não há em nossa rede ninguém capacitado para elaborar uma prova? Os alunos sentaram quase que um no colo do outro.Compareceram apenas 33 alunos. Talvez tenha sido a escola com menor representação. Porém, se todos tivessem comparecido, não haveria provas para todos, nem pranchetas e nem lugares suficientes para sentar. É inacreditável como se gasta dinheiro com uma farsa! Muita publicidade, propaganda enganosa e nenhuma seriedade. Lamentável!!!!! Bjs.”
Eu peguei um modelo da prova, que ela me deu, e comprei a revista. É igual. Impressionantemente copiada, cada questão. A revista é essa.
O outro depoimento:
“Um misto de tristeza e vergonha se abateu sobre mim, no Maracanazinho, no dia do simulado da prova Brasil. Não que eu estivesse esperando que corresse tudo bem, muito pelo contrário, sabia que uma atividade desse porte, envolvendo tantos alunos, precisaria de muita organização, tanto por parte dos organizadores da Secretaria de Educação, quanto por parte das escolas. E, como era a primeira vez, obviamente, muitas falhas aconteceriam. O que não esperava era que ao chegar ao local da prova, no horário marcado, precisaria subir e descer tantas vezes as escadas para encontrar as cadeiras reservadas aos meus alunos e que, depois de encontrá-las, teria que subir e descer, de novo, para pegar todo o material da prova. Vi professores subindo muito lentamente as escadas e soube que são professores com problemas sérios de coluna. Lógico que as escolas poderiam ter previsto tudo isso e mandado para lá professores que pudessem subir e descer, tantas vezes fosse necessário, sem nenhum problema. Mas não seria mais decente que cada professor, lá chegando, fosse orientado para assumir o seu lugar, sem muitas buscas? Só depois que muita gente já havia chegado e passado por essa situação é que apareceu alguém com uma lista de posicionamento das escolas e ainda assim não foi fácil a localização dos lugares. Quanto a distribuição do material, não teve jeito. Cada professor responsável pela escola tinha que transportar o seu material, mesmo que fosse uma grande quantidade de provas e pranchetas. E aí, foi impossível atender a solicitação dos organizadores para que não deixássemos os alunos carregarem as caixas com as provas. Pelo amor de Deus, amadorismo tem limite! Como não mobilizar auxiliares para a distribuição racionalizada e adequada de material?
Bom, esse foi só o começo dos problemas e se ficasse por aí tudo bem. As coisas pioraram consideravelmente quando um dos responsáveis pela organização, colocou uma outra escola no lugar reservado a minha e a uma outra, sob alegação de que aquele espaço era muito grande para a quantidade de alunos da minha escola e, mesmo avisado que não, que quando reservaram o lugar, já contavam com aqueles alunos e que eles estavam a caminho, fez com que a outra escola invadisse, literalmente, as cadeiras. Depois dessa invasão e de muita discussão, esse senhor, levou nossos alunos para as cadeiras mais altas do espaço reservado à 1ª CRE ( sou da 2ª) e como não tinha acomodação para todos, colocou um grupo sentado e espremido em uma arquibancada, bem pertinho da laje do estádio. Para chegarmos aos alunos tínhamos que nos abaixar pois tinha uma pilastra inclinada separando os setores.
Tudo muito difícil e complicado para um simulado ou treinamento. Várias vezes uma senhora fez uso do microfone para chamar a atenção dos professores para que eles tomassem conta dos seus alunos pois eles estavam fazendo bagunça. Alguns colegas gritaram com seus alunos porque eles conversavam durante a prova. Que prova? Nenhuma atividade acadêmica deve ser feita daquele jeito. Não ensinamos nada a eles. Penso que a secretária de educação Claudia Costin deveria ouvir os professores com muita atenção antes de buscar ajuda tão longe e fora das nossas escolas.
Com certeza nossos alunos teriam aproveitado muito mais esse treinamento se o tivessem realizado em sua própria sala de aula, com uma infra estrutura adequada. Deus, nem a água, nem o lanche prometidos chegaram no momento adequado! Só no final.
Tentamos fazer tudo direitinho: aceitamos participar do evento, organizamos essa participação saindo da escola pois muitos pais ficaram preocupados por não poderem acompanhar os filhos até o local da prova, nos preocupamos com muitas coisas mas de que adiantou? Só me restou pedir desculpas aos meus alunos por tê-los colocado nessa situação tão incômoda para não dizer humilhante. Saí de Lá com a sensação de que eu e meus alunos fomos usados. Aquela foi uma aula de deseducação. Os bons resultados virão à medida que a educação for de fato levada a sério. À medida que os professores forem realmente valorizados. E não estou falando apenas de salários. Falo do reconhecimento da luta do dia a dia que cada professor trava para fazer com que as crianças e os adolescentes de nossas escolas aprendam a ler, escrever, falar, perceber e tentar superar os problemas que os impedem de ir além do simplesmente ler e escrever. Interpretar o mundo a sua volta e interferir de modo positivo na história da sua cidade, do seu País,da sua história enfim.
Se torna cada vez mais difícil alcançar esse objetivo. Senão não teríamos tantos projetos, tantas ONGs. Essas soluções buscadas fora da escola são solução para quê e para quem?”
Eu sei muito bem avaliar a educação pública:
* Enquanto essas mirabolices acontecem, as salas continuam lotadas, sem nem espaço para circular.
* A escola agora está ainda mais inchada, com a farsa do horário integral, pois alguns alunos de um turno vão para o contra-turno e nós não temos espaço pra isso.
* O calor entra rachando, sendo impossível ficar minimamente sossegado.
* Os professores não têm nenhuma ajuda para enfrentar a batalha.
* O salário continua sem aumento.
* Por conta disso, temos que ter diversos empregos pra nos manter classe média baixa.
* A violência invade as escolas, sem pedir pra abrir o portão – somos reféns sem direito à resgate.
Eles não perguntam o que nós, que estamos lá dentro, queremos e achamos melhor pra escola.
Mas eles aparecem nos jornais dia-sim-dia-não, jogando bola, dançando, bricando com as criancinhas…
Quando a gente não imagina que podia piorar, eles sempre nos surpreendem!
Declev Reynier Dib-Ferreira
Professor. Ainda.
Pedagogia da Enganação, ou Desrespeito à Sociedade, ou Absurda Ofensa aos Mestres
É, AMIGOS, C0MO SEMPRE, A CULPA É NOSSA...
*IMPORTANTE LEITURA PARA EDUCADORES, PAIS E SOCIEDADE EM GERAL
*
*De José Francisco de Moura, doutor em História Social pela UFRJ.
Depois de ser usada como exemplo como secretária pelo prefeito do Rio
que disse que não bastava por ovos é preciso cacarejar, ela profere
isso: " ... o professor falhou... "*
*Pedagogia da Enganação
"Se o aluno não aprendeu, o professor falhou". Com essa frase absurda,
Cláudia Costin a Secretaria de Educação do município do Rio de
Janeiro no governo Eduardo Paes.
Para que os leitores entendam um pouco mais a frase simplória da nova
Secretária, vou citar alguns exemplos.
Vamos imaginar, primeiramente, uma turma de sétima série de um colégio
público. Ali, três jovens rapazes sentam-se ao fundo da sala em todas
as aulas. Não se interessam por aquilo que os professores falam, não
querem copiar o que eles escrevem no quadro e não fazem os exercícios
passados. Ouvem seu funk no MP3, que insistem em colocar no ouvido.
Fazem gracinhas o tempo todo, muitas delas, grosserias da pior
espécie, para as meninas da sala. Dizem-se do CV, sigla que desenham
de forma estilizada no caderno. Sorriem das notas baixas que tiram.
Nada parece fazer com que mudem o comportamento. Quando um dos
professores fala da importância de estudarem para crescerem na vida,
debocham, lembrando que jogadores de futebol, cantores de pagode e
traficantes são bem sucedidos sem terem estudado.
Na sala ao lado, três meninas da oitava série também se sentam lá
atrás, o tempo todo. Vestidas com saias super curtas, só falam dos
gatinhos que as paqueraram no baile de sábado e dos anéis e pulseiras
que pretendem comprar, à mostra em um catálogo de bijuterias que lêem
com freqüência. Nada do que se passa na frente da sala as interessa;
muito menos as aulas. Estão ali por imposição de suas famílias que,
por sinal, são totalmente desestruturadas, com pais alcoólatras e mães
que trabalham muito para sustentar a casa. Não associam o aprendizado
a novas perspectivas de vida. Pensam que, se forem saradas e
gostosinhas, poderão arrumar um cara que as banquem, ou mesmo, quem
sabe, seguir a carreira de modelo. Quem sabe alguém não as descobre?
Vocês, caros leitores, acham justo que a culpa do fracasso escolar
desses seis jovens seja jogada em cima do professor? Vocês acham justo
que esses seis jovens passem de ano sem terem dominado os conteúdos
ministrados?
Pois é isso que defende a maioria esmagadora dos pedagogos, inclusive
Cláudia Costin, a qual tem tentado maquiar a aprovação automática com
uma conversa fiada sobre aprovação por ciclos.
Bom, amigos, esses são exemplos do que acontece com milhares de jovens
nas escolas do país. Desinteressados por leitura, ciência ou qualquer
forma de aprendizado formal, estão na escola por tudo o que você pode
imaginar, menos pela vontade natural de aprender. E vontade de
aprender é fundamental para que o professor alcance o objetivo de
ensinar, pois o processo ensino-aprendizagem é uma via de mão dupla.
Essa vontade deve partir do aluno, e não do professor. Exigir que o
professor desperte isso em um aluno desse tipo é uma covardia com os
docentes, uma maneira fácil de tentar explicar uma situação complexa,
já que os motivos do desinteresse dos alunos são de diversas ordens:
cultural, de classe social, religiosa, psíquica e familiar.
Entendo a mediocridade da maioria das teorias pedagógicas, já que a
pedagogia não é uma ciência, mas um saber prescritivo, um conjunto de
axiomas quase do senso comum. É um saber que muitas vezes se apropria
mecanicamente de outras teorias, de outros campos do saber, como a
sociologia, a filosofia, a biologia e a psicologia, e tenta aplicá-los
em crianças e adolescentes.
Por isso mesmo, já ouvi grandes barbaridades de pedagogos. Já ouvi que
o professor, para ensinar bem, não deve mascar chiclete, sentar na
mesa da sala, usar tatuagens, falar gírias, falar de religião, etc.
Obviamente, nenhuma dessas afirmações possui qualquer base científica,
mas estão apenas nas cabeças preconceituosas e primitivas de muitos
pedagogos.
Você pode ser um excelente professor e ensinar muito bem aos alunos
fazendo todas essas coisas. Mas não conseguirá fazer um aluno aprender
se ele se recusar a isso. E, se ele se recusa a aprender todas as
matérias, as causas devem ser buscadas em seu contexto de vida, e não
serem atribuídas a uma suposta incompetência do professor sendo essa a
maneira mais medíocre com que a pedagogia tenta explicar a situação.
Na verdade, explicar o fracasso escolar colocando a culpa no professor
faz parte da grande Pedagogia da Enganação que tomou conta do país.
De José Francisco de Moura, doutor em História Social pela UFRJ.
*
*IMPORTANTE LEITURA PARA EDUCADORES, PAIS E SOCIEDADE EM GERAL
*
*De José Francisco de Moura, doutor em História Social pela UFRJ.
Depois de ser usada como exemplo como secretária pelo prefeito do Rio
que disse que não bastava por ovos é preciso cacarejar, ela profere
isso: " ... o professor falhou... "*
*Pedagogia da Enganação
"Se o aluno não aprendeu, o professor falhou". Com essa frase absurda,
Cláudia Costin a Secretaria de Educação do município do Rio de
Janeiro no governo Eduardo Paes.
Para que os leitores entendam um pouco mais a frase simplória da nova
Secretária, vou citar alguns exemplos.
Vamos imaginar, primeiramente, uma turma de sétima série de um colégio
público. Ali, três jovens rapazes sentam-se ao fundo da sala em todas
as aulas. Não se interessam por aquilo que os professores falam, não
querem copiar o que eles escrevem no quadro e não fazem os exercícios
passados. Ouvem seu funk no MP3, que insistem em colocar no ouvido.
Fazem gracinhas o tempo todo, muitas delas, grosserias da pior
espécie, para as meninas da sala. Dizem-se do CV, sigla que desenham
de forma estilizada no caderno. Sorriem das notas baixas que tiram.
Nada parece fazer com que mudem o comportamento. Quando um dos
professores fala da importância de estudarem para crescerem na vida,
debocham, lembrando que jogadores de futebol, cantores de pagode e
traficantes são bem sucedidos sem terem estudado.
Na sala ao lado, três meninas da oitava série também se sentam lá
atrás, o tempo todo. Vestidas com saias super curtas, só falam dos
gatinhos que as paqueraram no baile de sábado e dos anéis e pulseiras
que pretendem comprar, à mostra em um catálogo de bijuterias que lêem
com freqüência. Nada do que se passa na frente da sala as interessa;
muito menos as aulas. Estão ali por imposição de suas famílias que,
por sinal, são totalmente desestruturadas, com pais alcoólatras e mães
que trabalham muito para sustentar a casa. Não associam o aprendizado
a novas perspectivas de vida. Pensam que, se forem saradas e
gostosinhas, poderão arrumar um cara que as banquem, ou mesmo, quem
sabe, seguir a carreira de modelo. Quem sabe alguém não as descobre?
Vocês, caros leitores, acham justo que a culpa do fracasso escolar
desses seis jovens seja jogada em cima do professor? Vocês acham justo
que esses seis jovens passem de ano sem terem dominado os conteúdos
ministrados?
Pois é isso que defende a maioria esmagadora dos pedagogos, inclusive
Cláudia Costin, a qual tem tentado maquiar a aprovação automática com
uma conversa fiada sobre aprovação por ciclos.
Bom, amigos, esses são exemplos do que acontece com milhares de jovens
nas escolas do país. Desinteressados por leitura, ciência ou qualquer
forma de aprendizado formal, estão na escola por tudo o que você pode
imaginar, menos pela vontade natural de aprender. E vontade de
aprender é fundamental para que o professor alcance o objetivo de
ensinar, pois o processo ensino-aprendizagem é uma via de mão dupla.
Essa vontade deve partir do aluno, e não do professor. Exigir que o
professor desperte isso em um aluno desse tipo é uma covardia com os
docentes, uma maneira fácil de tentar explicar uma situação complexa,
já que os motivos do desinteresse dos alunos são de diversas ordens:
cultural, de classe social, religiosa, psíquica e familiar.
Entendo a mediocridade da maioria das teorias pedagógicas, já que a
pedagogia não é uma ciência, mas um saber prescritivo, um conjunto de
axiomas quase do senso comum. É um saber que muitas vezes se apropria
mecanicamente de outras teorias, de outros campos do saber, como a
sociologia, a filosofia, a biologia e a psicologia, e tenta aplicá-los
em crianças e adolescentes.
Por isso mesmo, já ouvi grandes barbaridades de pedagogos. Já ouvi que
o professor, para ensinar bem, não deve mascar chiclete, sentar na
mesa da sala, usar tatuagens, falar gírias, falar de religião, etc.
Obviamente, nenhuma dessas afirmações possui qualquer base científica,
mas estão apenas nas cabeças preconceituosas e primitivas de muitos
pedagogos.
Você pode ser um excelente professor e ensinar muito bem aos alunos
fazendo todas essas coisas. Mas não conseguirá fazer um aluno aprender
se ele se recusar a isso. E, se ele se recusa a aprender todas as
matérias, as causas devem ser buscadas em seu contexto de vida, e não
serem atribuídas a uma suposta incompetência do professor sendo essa a
maneira mais medíocre com que a pedagogia tenta explicar a situação.
Na verdade, explicar o fracasso escolar colocando a culpa no professor
faz parte da grande Pedagogia da Enganação que tomou conta do país.
De José Francisco de Moura, doutor em História Social pela UFRJ.
*
Repassando com muito carinho
QUERIDOS, LEIAM ISSO. É A MAIS PURA VERDADE. PALAVRAS DE QUEM SABE. VAMOS TRATAR DE POR ISSO EM AÇÃO.
Prestem bem atenção
Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba,
O palestrante é membro eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy. Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso". Professor de cursos e workshops no Brasil e no Exterior.
Em pesquisa realizada em março de 2004, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração - o primeiro nacional.
* 1º- lugar: Sigmund Freud;
* 2º- lugar: Gustav Jung;
* 3º- Lugar: Içami Tiba
...NAO DEIXE DE LER...
1. A educação não pode ser delegada à escola.
Aluno é transitório. Filho é para sempre.
2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo.
Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...
3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.
4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real.
Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.
5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa.
Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.
6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança.
Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.
7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome. Se ela quiser comer, saberá a hora.
E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.
8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada.
Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.
9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.
10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer.
E o prazer é inconsequente.
11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.
12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada.
Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.
13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho.
Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.
14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz.
Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.
15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.
16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação.
Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.
17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.
18. Muitas são desequilibradas ou mesmo loucas.
Devem ser tratadas. (palavras dele).
19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.
20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida.
Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.
21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança.
Não pode apenas bater cartão.
22. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.
23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa.
O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.
24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.
26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial.
Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar
QUERIDOS, LEIAM ISSO. É A MAIS PURA VERDADE. PALAVRAS DE QUEM SABE. VAMOS TRATAR DE POR ISSO EM AÇÃO.
Prestem bem atenção
Palestra ministrada pelo médico psiquiatra Dr. Içami Tiba,
O palestrante é membro eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy. Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso". Professor de cursos e workshops no Brasil e no Exterior.
Em pesquisa realizada em março de 2004, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração - o primeiro nacional.
* 1º- lugar: Sigmund Freud;
* 2º- lugar: Gustav Jung;
* 3º- Lugar: Içami Tiba
...NAO DEIXE DE LER...
1. A educação não pode ser delegada à escola.
Aluno é transitório. Filho é para sempre.
2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo.
Não se pode castigar com internet, som, tv, etc...
3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.
4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real.
Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.
5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa.
Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.
6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança.
Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente.
7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome. Se ela quiser comer, saberá a hora.
E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.
8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada.
Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.
9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.
10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer.
E o prazer é inconsequente.
11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.
12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada.
Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.
13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho.
Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.
14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz.
Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.
15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.
16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação.
Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.
17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.
18. Muitas são desequilibradas ou mesmo loucas.
Devem ser tratadas. (palavras dele).
19. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.
20. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida.
Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.
21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança.
Não pode apenas bater cartão.
22. Pais e mães não pode se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o filho que mora longe.
23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa.
O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.
24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.
25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.
26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial.
Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar
domingo, 13 de setembro de 2009
Opiniões
Simuladão para a Prova Brasil – O DIA ONLINE, 29 de agosto de 2009
Cento e oito mil alunos da rede municipal vão fazer o teste quarta-feira. Resultado no exame define profissionais de ensino que vão receber o 14º salário. Estudantes de 99 escolas farão simulado nas arquibancadas do Maracanãzinho
Opine
A rede Municipal vem de um sistema de ciclos , onde mencionar a palavra prova era praticamente um crime.Agora , do dia pra noite, entramos em um sistema extremamente conteudista , prova disso, apostila daquilo.As mesmas pessoas que defendiam o ciclo ontem , hoje não defendem mais!Como a educação é levada a sério!!!E no final das contas, o culpado pelo fracasso é TODO DO PROFESSOR!
XXXXXXXXXXXXXXX
Ao invés de 14º salário os professores da rede municipal desejam que o prefeito e a secretária paulista (ex funcionária do serpro) concedam o que lhe é de direito: o aumento anual de 5% que até hoje não foi concedido, era para julho, como o saudoso cesar maia sempre fazia. Parafernália de prova no maracanazinho é propaganda política para esconder as mazelas da secretaria de educação. Em algumas escolas está faltando papel higiênico fora outros materiais básicos. Desloca-se alunos dos mais variados pontos do rio para fazer uma avaliação que poderia ser realizada na própria unidade. Quem vai obrigar o professor a ir até o maracanazinho? A obrigação do professor é estar no seu local de trabalho, a unidade escolar. E os alunos vão comparecer?? ??????? Chega de bobagens. Seriedade e competência é o que a educação precisa. A secretária é ou já foi em algum momento professora? Ela conhece escola há quantos anos? Quantas vezes ela já entrou em sala de aula de uma ESCOLA MUNICIPAL PARA AVALIAR O TRABALHO DE UM PROFESSOR? Sai do ar condicionado e vem para uma sala de aula durante uns 20 anos para ver como É FÁCIL SER PROFESSOR.
XXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXX
quero saber como vao avaliar as escolas especias,será q esses prof e funcionarios tb nao merecem ? nem falam nesses alunos ,sao esquecidos até pqquem deveria sempre lembrar...affff
XXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXX
Não é na pele que se aprende? Vamos descontar do salário deles a nossa insatisfação pelo mau governo.
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Por que não se aplica também uma avaliaçao para ver se os prefeitos, vereadores , deputados e póliticos em geral tem direito ao décimo quarto salário ? Poderia ser avaliado se eles trabalham bem e se o povo está satisfeito com o trabalho deles! Por que só o professor tem que passar por uma avaliação feita com os alunos?
XXXXXXXXXXXXXXXXXXX XXXXXXXXXXXX
Vivemos atualmente um retrocesso na educação pública.podem realmente culpar professores por fracassos?O que precisamos é de uma politica séria, governantes sérios ,e não almofadinhas que precisam de titulos com objetivos de galgar cargos públicos.
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Os nomes dos emitentes das opiniões foram omitidos
Cento e oito mil alunos da rede municipal vão fazer o teste quarta-feira. Resultado no exame define profissionais de ensino que vão receber o 14º salário. Estudantes de 99 escolas farão simulado nas arquibancadas do Maracanãzinho
Opine
A rede Municipal vem de um sistema de ciclos , onde mencionar a palavra prova era praticamente um crime.Agora , do dia pra noite, entramos em um sistema extremamente conteudista , prova disso, apostila daquilo.As mesmas pessoas que defendiam o ciclo ontem , hoje não defendem mais!Como a educação é levada a sério!!!E no final das contas, o culpado pelo fracasso é TODO DO PROFESSOR!
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Ao invés de 14º salário os professores da rede municipal desejam que o prefeito e a secretária paulista (ex funcionária do serpro) concedam o que lhe é de direito: o aumento anual de 5% que até hoje não foi concedido, era para julho, como o saudoso cesar maia sempre fazia. Parafernália de prova no maracanazinho é propaganda política para esconder as mazelas da secretaria de educação. Em algumas escolas está faltando papel higiênico fora outros materiais básicos. Desloca-se alunos dos mais variados pontos do rio para fazer uma avaliação que poderia ser realizada na própria unidade. Quem vai obrigar o professor a ir até o maracanazinho? A obrigação do professor é estar no seu local de trabalho, a unidade escolar. E os alunos vão comparecer?? ??????? Chega de bobagens. Seriedade e competência é o que a educação precisa. A secretária é ou já foi em algum momento professora? Ela conhece escola há quantos anos? Quantas vezes ela já entrou em sala de aula de uma ESCOLA MUNICIPAL PARA AVALIAR O TRABALHO DE UM PROFESSOR? Sai do ar condicionado e vem para uma sala de aula durante uns 20 anos para ver como É FÁCIL SER PROFESSOR.
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quero saber como vao avaliar as escolas especias,será q esses prof e funcionarios tb nao merecem ? nem falam nesses alunos ,sao esquecidos até pqquem deveria sempre lembrar...affff
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Não é na pele que se aprende? Vamos descontar do salário deles a nossa insatisfação pelo mau governo.
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Por que não se aplica também uma avaliaçao para ver se os prefeitos, vereadores , deputados e póliticos em geral tem direito ao décimo quarto salário ? Poderia ser avaliado se eles trabalham bem e se o povo está satisfeito com o trabalho deles! Por que só o professor tem que passar por uma avaliação feita com os alunos?
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Vivemos atualmente um retrocesso na educação pública.podem realmente culpar professores por fracassos?O que precisamos é de uma politica séria, governantes sérios ,e não almofadinhas que precisam de titulos com objetivos de galgar cargos públicos.
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Os nomes dos emitentes das opiniões foram omitidos
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Professor Declev
Entrei, sentei na minha mesa e fiquei calado.
Fiquei só ouvindo.
Fiquei 25 minutos ouvindo.
Quatro alunos e uma aluna, sentados perto uns dos outros.
Quase 30 minutos de implicâncias e xingamentos e ameaças e apelidações.
“Cala boca sapo!”
“Vou te dizer uma coisa: vc fede!”
“Cheia de béri-béri!”
“Você mora na favela”
“Moro no condomínio!”
“Ah ah ah, condomínio, aquilo é favela!”
“Olha a calça dela, já anda sozinha!”
“Amanhã venho com outra calça”
“Ela vai achar outra na lixeira”
“Leite azedo, leito podre” (para um branco)
“Assolan!!!” (para uma negra)
“Jonatas é igual àquele chocolate feioso”
“Ele é branco, não é preto”
“Cala sua boca, você tá com a gripe suína e tá escondendo de todo mundo aí!”
25 minutos.
Me levantei, peguei o livro, copiei umas frases no quadro.
Entre pegar o caderno e olhar o quadro para copiar, eles deram uma pausa.
Aí entrei e falei, argumentei, mostrei, professorei.
“Vocês não perceberam… blá, blá, blá… 25 minutos se xingando… blá, blá, blá… nem uma conversa sobre nada… blá, blá, blá… só ficaram falando mal uns dos outros… blá, blá, blá… não falam de futebol, nem de novela, nem de namoro, nem de nada, só se sacaneiam… blá, blá, blá…”
Me olharam por alguns segundos.
“Ele que começou!”
“Eu nada, sua preta fedida!”
“Foi sim seu queijo branco estragado!”
“Tua mãe que é!”
. . .
Declev Reynier Dib-Ferreira
Professor. Professor?
Fiquei só ouvindo.
Fiquei 25 minutos ouvindo.
Quatro alunos e uma aluna, sentados perto uns dos outros.
Quase 30 minutos de implicâncias e xingamentos e ameaças e apelidações.
“Cala boca sapo!”
“Vou te dizer uma coisa: vc fede!”
“Cheia de béri-béri!”
“Você mora na favela”
“Moro no condomínio!”
“Ah ah ah, condomínio, aquilo é favela!”
“Olha a calça dela, já anda sozinha!”
“Amanhã venho com outra calça”
“Ela vai achar outra na lixeira”
“Leite azedo, leito podre” (para um branco)
“Assolan!!!” (para uma negra)
“Jonatas é igual àquele chocolate feioso”
“Ele é branco, não é preto”
“Cala sua boca, você tá com a gripe suína e tá escondendo de todo mundo aí!”
25 minutos.
Me levantei, peguei o livro, copiei umas frases no quadro.
Entre pegar o caderno e olhar o quadro para copiar, eles deram uma pausa.
Aí entrei e falei, argumentei, mostrei, professorei.
“Vocês não perceberam… blá, blá, blá… 25 minutos se xingando… blá, blá, blá… nem uma conversa sobre nada… blá, blá, blá… só ficaram falando mal uns dos outros… blá, blá, blá… não falam de futebol, nem de novela, nem de namoro, nem de nada, só se sacaneiam… blá, blá, blá…”
Me olharam por alguns segundos.
“Ele que começou!”
“Eu nada, sua preta fedida!”
“Foi sim seu queijo branco estragado!”
“Tua mãe que é!”
. . .
Declev Reynier Dib-Ferreira
Professor. Professor?
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
MEC rejeita texto que obriga a pôr deficiente em escola comum
Folha de São Paulo, 19/08/2009 - São Paulo SP
Resolução do Conselho Nacional de Educação, devolvida para revisão, classificava escola especial como suplementar. Ministério diz que obrigar aluno contraria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e defende prazo maior para adotar a medida
ANDRÉ ZAHAR DA SUCURSAL DO RIO
O ministro da Educação, Fernando Haddad, devolveu ao CNE (Conselho Nacional de Educação), para revisão, o parecer que recomenda a obrigatoriedade da matrícula de alunos com deficiência em escolas comuns. O MEC (Ministério da Educação) defende um prazo maior para implementar a medida e discute o destino das escolas especiais que atendem esse público atualmente. O CNE havia enviado para homologação o documento que estabelecia a "obrigatoriedade da matrícula dos alunos, público-alvo da Educação Especial, na escola comum do ensino regular" e deixava como "função complementar ou suplementar" o atendimento educacional especializado. O projeto de resolução do CNE, que endossa a posição da Secretaria de Educação Especial, foi devolvido pelo MEC, que pediu a revisão do texto.
De acordo com a assessoria do ministério, Haddad considerou que a obrigatoriedade contraria a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), que estabelece que a educação especial deve ser oferecida "preferencialmente na rede regular de ensino". A polêmica gira ainda em torno dos limites da inclusão, do despreparo de escolas e professores em receber os 320 mil alunos das escolas especiais e da distribuição dos recursos do Fundeb. A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados havia pedido ao MEC que não homologasse o parecer. A resolução, se implementada, entraria em vigor já a partir de 2010. O MEC afirma que é preciso um prazo maior para adaptar a rede. Hoje 376 mil alunos portadores de alguma deficiência estudam em escolas comuns.
A secretária-executiva da Federação Nacional das Apaes, Sandra Marinho, apoiou a decisão do MEC em relação a obrigatoriedade. "Defendemos a inclusão, mas para que isto aconteça não é necessário exterminar a escola especial. Ela sempre será necessária para uma parcela da população com uma deficiência mais comprometida, que tem uma adaptação pouco provável nas escolas comuns", afirmou.
A presidente da FBASD (Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down), Cláudia Grabois, discorda do ministro. A entidade tem um abaixo-assinado pedindo a homologação imediata da resolução do CNE. O manifesto reúne mais de 120 associações e 500 pessoas físicas. "Pela lei, toda criança com deficiência tem direito a estudar na classe comum da escola regular. O apoio [da escola especial] deve ser oferecido no contraturno. Temos que aguardar para ver se terá uma nova resolução, esperamos que [o novo texto] não modifique o conteúdo. A escola vai se preparar a partir do momento que tiver o aluno, se não tiver, jamais estará preparada", diz Cláudia.
Resolução do Conselho Nacional de Educação, devolvida para revisão, classificava escola especial como suplementar. Ministério diz que obrigar aluno contraria a Lei de Diretrizes e Bases da Educação e defende prazo maior para adotar a medida
ANDRÉ ZAHAR DA SUCURSAL DO RIO
O ministro da Educação, Fernando Haddad, devolveu ao CNE (Conselho Nacional de Educação), para revisão, o parecer que recomenda a obrigatoriedade da matrícula de alunos com deficiência em escolas comuns. O MEC (Ministério da Educação) defende um prazo maior para implementar a medida e discute o destino das escolas especiais que atendem esse público atualmente. O CNE havia enviado para homologação o documento que estabelecia a "obrigatoriedade da matrícula dos alunos, público-alvo da Educação Especial, na escola comum do ensino regular" e deixava como "função complementar ou suplementar" o atendimento educacional especializado. O projeto de resolução do CNE, que endossa a posição da Secretaria de Educação Especial, foi devolvido pelo MEC, que pediu a revisão do texto.
De acordo com a assessoria do ministério, Haddad considerou que a obrigatoriedade contraria a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), que estabelece que a educação especial deve ser oferecida "preferencialmente na rede regular de ensino". A polêmica gira ainda em torno dos limites da inclusão, do despreparo de escolas e professores em receber os 320 mil alunos das escolas especiais e da distribuição dos recursos do Fundeb. A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados havia pedido ao MEC que não homologasse o parecer. A resolução, se implementada, entraria em vigor já a partir de 2010. O MEC afirma que é preciso um prazo maior para adaptar a rede. Hoje 376 mil alunos portadores de alguma deficiência estudam em escolas comuns.
A secretária-executiva da Federação Nacional das Apaes, Sandra Marinho, apoiou a decisão do MEC em relação a obrigatoriedade. "Defendemos a inclusão, mas para que isto aconteça não é necessário exterminar a escola especial. Ela sempre será necessária para uma parcela da população com uma deficiência mais comprometida, que tem uma adaptação pouco provável nas escolas comuns", afirmou.
A presidente da FBASD (Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down), Cláudia Grabois, discorda do ministro. A entidade tem um abaixo-assinado pedindo a homologação imediata da resolução do CNE. O manifesto reúne mais de 120 associações e 500 pessoas físicas. "Pela lei, toda criança com deficiência tem direito a estudar na classe comum da escola regular. O apoio [da escola especial] deve ser oferecido no contraturno. Temos que aguardar para ver se terá uma nova resolução, esperamos que [o novo texto] não modifique o conteúdo. A escola vai se preparar a partir do momento que tiver o aluno, se não tiver, jamais estará preparada", diz Cláudia.
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